CNPJ: 16.906.157/0001-10

Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.Filipenses 4:13

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Confira cinco dicas para fazer seus devocionais diários

Confira cinco dicas para fazer seus devocionais diáriosConfira cinco dicas para fazer seus devocionais diários
Criar o hábito de meditar na Palavra de Deus diariamente é importante, não apenas para conhecer a Bíblia como também para encontrar respostas para os problemas do cotidiano.
Nem todos os cristãos conseguem separar uma hora do dia para fazer o devocional, por isso vamos te dar cinco dicas para estreitar esse relacionamento com Deus sem falhar, fazendo com que este período faça parte do seu dia a dia.
1ª um horário para o devocional, não importa quantas horas ou minutos você tenha, esse período escolhido será sempre o tempo que você irá separar para meditar na Palavra de Deus e orar.
2ª escolha um lugar calmo onde não você não será incomodado, isso é importante principalmente para quem escolhe, por exemplo, a hora do almoço para fazer o devocional.
3ª para não esquecer nenhum dia, vale anotar na agenda do celular ou criar um alerta para que você seja lembrado de que é hora de falar com Deus e ler a Bíblia.
4ª não deixe a correria do dia a dia te impedir de realizar o devocional, se este for o seu propósito insista em fazer com que este momento de devoção a Deus seja um hábito, se perder o horário proposto encontre outro momento no seu dia.
5ª Crie um plano de leitura ou escolha um livro devocional com lições prontas para você meditar. Esses livros podem ser específicos para o momento que você se encontra.

Dicas de devocionais para te ajudar a meditar todos os dias

Alguns autores cristãos já lançaram devocionais com mensagens diárias para abençoar a vida do leitor e acompanhá-los durante esse período de devoção.
Muitas vezes as mensagens bíblicas vêm acompanhadas de explicações do próprio autor ou com uma ministração para uma área específica da sua vida.
Essas literaturas são importantes para acompanhar o cristão durante o devocional, guiando este momento para evitar que momentos cansativos e estressantes possam impedi-lo de cumprir o período separado no dia para falar com Deus.
Entre os inúmeros títulos que encontramos de devocional, temos a série do reverendo Hernandes Dias Lopes que são os livros: Gotas de Sabedoria para AlmaGotas de Paz para Alma e Gotas de Alegria para Alma. O primeiro deles oferece mensagens para quem quer enfrentar os problemas diários com sabedoria, buscando conselho da parte do Senhor.
O segundo é voltado para quem está no meio de uma batalha e não quer perder a calma, encontrando na Palavra de Deus ensinamentos para ter paz no seu dia a dia. O terceiro atende quem está precisando encontrar o bálsamo para sua mente, encontrando alegria para vencer cada obstáculo da vida.
Encontramos muitos devocionais específicos para mulheres como o Pão Diário Mulheres, um devocional diário com leituras voltadas para o universo feminino, abordando situações do cotidiano comum das mulheres.
O mesmo acontece com o devocional Minutos de Oração para a Mulher de Fé, escrito por Stormie Omartian, autora cristã que já vendeu mais de 28 milhões de livros em todo o mundo, entre eles o best-seller “O poder da esposa que ora”.
Na loja Jesus 4U você encontra outros devocionais para melhorar seu período de comunhão ou para presentear amigos e familiares que precisam da Palavra de Deus para enfrentar dificuldades.

Batalhar Pela Fé

William L. Krewson
Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, aos chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo, a misericórdia, a paz e o amor vos sejam multiplicados. Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (Judas 1-4).
Alguma vez você já desejou poder voltar à pureza da Igreja cristã do século I, quando não havia diferenças denominacionais e todos os crentes eram simplesmente chamados cristãos? Esta saudade do passado “não-contaminado” é compreensível à luz da história fragmentada da Igreja.
Alguma vez você já desejou poder voltar à pureza da Igreja cristã do século I?
Contudo, a curta epístola de Judas dissipa o mito de que a Igreja do Novo Testamento era um lugar simples, pacífico e perfeito para o louvor tranqüilo e a unidade doutrinária. Na verdade, o livro de Judas revela a intensa batalha da Igreja primitiva pela pureza doutrinária e pela integridade moral.

O Autor

Judas identificou-se como “servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago” (Jd 1). Outras passagens no Novo Testamento revelam mais sobre Judas do que ele mesmo falou a seus leitores. De acordo com Mateus 13.55, ele era filho de José e Maria, o que faz dele meio-irmão do Senhor Jesus Cristo. Contudo, tão surpreendente quanto possa parecer, no início Judas era um incrédulo: “Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele” (Jo 7.5).
Meramente crescer com Jesus não garantia que os corações dos de Sua família seriam regenerados. Isso nos lembra que a salvação é uma decisão pessoal, independente da sua proximidade com pessoas piedosas.
Não obstante, um acontecimento transformou tanto Judas quanto seus irmãos em verdadeiros crentes: a miraculosa ressurreição de Jesus. O Cristo ressuscitado apareceu especificamente para Seu irmão Tiago (1Co 15.7). Sem dúvida, a notícia sobre aquele encontro espalhou-se para o restante da família de Jesus, convencendo Judas de que seu irmão mais velho era, de fato, o Messias divino.
Durante muitos anos, Judas se opôs à mensagem de Jesus sobre o pecado, o arrependimento, o Reino de Deus, e a vida eterna. Mas, depois que ele colocou sua fé em Jesus Cristo, Judas percebeu que todos os outros caminhos religiosos levavam para o engano e para a condenação eterna. Seu zelo de que somente Jesus era o caminho, a verdade, e a vida é uma linha comum em toda a sua carta.

A Mensagem

O amor de Judas pelo Evangelho era tão grande que o impeliu a escrever uma carta sobre “nossa comum salvação” (Jd 3). Ele tinha a intenção de espelhar o apóstolo Paulo, explicando as maravilhas do plano redentor de Deus. Mas, em vez disso, o Espírito Santo moveu-o a enfocar uma exigência mais persistente, a saber, a necessidade de que batalhassem “diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (v.3). A palavra “batalhar” resume o tema dessa carta.
Tanto Paulo quanto Judas usaram a noção de “batalhar”, “lutar”. Através de metáforas militares e atléticas, Paulo usou-a para explanar como os cristãos travam uma batalha espiritual contra o mal (Ef 6.12) e correm uma corrida por uma coroa “não corruptível” (1Co 9.25). Judas instava com os cristãos para que batalhassem “diligentemente, pela fé”, que é o corpo da doutrina cristã passada de Jesus Cristo para Seus apóstolos de“uma vez por todas” (Jd 3) e crida pela comunidade cristã. Judas exortou seus ouvintes para batalharem pela fé, lutando contra as doutrinas envenenadas dos falsos mestres, ensinando fielmente as pessoas sobre a verdade de Deus na corrida pela vida eterna.

O Perigo

Mesmo na Igreja dos primeiros tempos, falsos mestres proclamavam um meio falso de salvação que era extremamente parecido com o verdadeiro. Eles não somente atacavam o cristianismo pelo lado de fora da Igreja, mas também se infiltravam no corpo de Cristo“com dissimulação” (v.4). Sinistramente distorciam o Evangelho, transformando “em libertinagem a graça de nosso Deus” (v.4), afirmando que as pessoas que recebiam a graça de Deus eram livres para viver de qualquer maneira que escolhessem.
Eles não ensinavam que a verdadeira fé salvadora leva a uma vida transformada. A doutrina corrupta deles negava o “único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (v. 4), que torna possível termos uma vida transformada. O senhorio de Jesus Cristo inclui não apenas nossa salvação inicial, mas também nossa busca constante pela santidade; qualquer coisa que seja menos que isso nega Jesus como Senhor.
O ensinamento deles sobre a graça de Deus contradizia a própria essência da mensagem de Jesus, que era chamar “pecadores, ao arrependimento” (Lc 5.32). Paulo exortou os crentes a não abusarem da graça como uma desculpa para pecar: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém, não useis da liberdade para dar ocasião à carne” (Gl 5.13).
A graça de Deus não nos dá apenas liberdade, ela também produz em nós o desejo por uma vida piedosa.
A graça de Deus não nos dá apenas liberdade, ela também produz em nós o desejo por uma vida piedosa: “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2.11-12).
O senhorio de Jesus Cristo atinge todas as partes de nossa vida. A santidade não é opcional, mas imperativa. Judas disse que os falsos mestres mostram sua verdadeira natureza por meio de sua conduta sensual e imoral (Jd 6-7).
O Novo Testamento está repleto de admoestações semelhantes sobre pessoas que ensinam doutrinas falsas. Jesus nos advertiu de que lobos ferozes virão, disfarçados em pele de ovelha; mas seremos capazes de discernir sua verdadeira natureza por meio de suas vidas ímpias: “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.20). E Paulo nos adverte: “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (At 20.29-30).
O apóstolo Pedro também descreveu os falsos mestres como aqueles que prometem“liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção” (2Pe 2.19).
Nos últimos 2.000 anos, falsos mestres têm se infiltrado na Igreja e promovido suas heresias. Durante os séculos II e III, o gnosticismo infiltrou-se, ensinando que Jesus era um ser divinamente criado, que meramente parecia ser humano. Essa falsa doutrina corrompeu os princípios morais da Igreja, e os líderes da Igreja primitiva batalharam pela fé, opondo-se vigorosamene à falsidade.
Durante o mesmo período, um mestre chamado Marcion negou a autoridade das Escrituras hebraicas e de grande parte do Novo Testamento. Os líderes da Igreja batalharam pela fé, confirmando a inspiração dos livros que agora compõem o cânon do Novo Testamento.
Um líder cristão da Igreja primitiva, muito conhecido por sua zelosa defesa da fé, foi Epifânio, que escreveu o Panarion, no século IV. O título do livro significa “baú de remédios”, porque foi escrito para curar aqueles que haviam sido feridos pelas mordeduras de serpente de 80 diferentes heresias ensinadas durante os quatro primeiros séculos da Igreja. A vigorosa defesa da fé feita pelos crentes da Igreja primitiva deveria desafiar a Igreja de hoje a seguir em suas pegadas e batalhar “diligentemente, pela fé”.(William L. Krewson - Israel My Glory - Chamada.com.br)
William L. Krewson é diretor dos cursos de licenciatura na Escola de Divindade da Universidade Cairn (antes Universidade Bíblica Filadélfia), em Langhorne, Pennsylvania, EUA.
"Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele." 2 Crônicas 16.9
Como queremos servir ao Senhor? Estou profundamente convicto de que o Senhor procura pessoas que querem ser um sacrifício total. Neles e por meio deles Jesus se revela de maneira completa. Você é o homem ou a mulher que está disposto a se entregar a Ele agora, sem reservas? Pergunto a vocês, pregadores, conselheiros espirituais e membros de igreja: vocês não sabem que a bênção do Senhor se afasta daqueles que coxeiam entre os dois lados? Vocês não conseguem ver a miséria de suas igrejas e de suas próprias vidas? Nosso ministério é sacerdotal, porque intercedemos com oração e súplica pelas almas diante de Deus. Mas também temos um ministério profético, porque proclamamos diante dos homens o ardente testemunho da salvação que vem de Deus por intermédio de Jesus: "...purificai-vos, os que levais os utensílios do Senhor."
Queremos servir ao Senhor com zelo, porque "...a ordem do rei era urgente." Está na hora de nos apressar, pois não temos mais muito tempo! O Senhor vem sem demora e teremos de prestar contas do nosso trabalho. Ele nos exorta: "Negociai até que eu volte."

segunda-feira, 8 de junho de 2015

quero deixar aqui o meu sentimento de repudio a tal manifestação, e  do desrespeito as crenças religiosas, e profanações que em publico fora feito.
Senador, deputados peço que vossas excelências entre com pedido de denúncia ao MP. Este ato é previsto no código penal brasileiro. Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Escócia proibe o ensino do criacionismo

Enviado por folhagospel90 lei
O criacionismo está proibido de ser ensinado em escolas dentro da disciplina de Ciências, como era comum na Escócia.

A decisão é considerada uma vitória da Scottish Secular Society (SSS), que há anos luta pela mudança.

“Finalmente conseguimos chegar ao ponto de o ministro responsável declarar que o criacionismo não deve e não pode ser ensinado como uma ciência”, afirmou Paul Braterman, conselheiro científico do SSS. A instituição garante que não tem nada contra o fato de o criacionismo ser citado ou ensinado, mas sempre distante da ciência — para isso, diz ela, existem aulas de religião.

Com a decisão tomada, a Escócia agora se iguala aos seus vizinhos Inglaterra e País de Gales, que também proíbem o fato de o criacionismo ser ensinado como ciência. De acordo com o governo escocês, por meio de seu porta-voz, a intenção é que os alunos sejam expostos a “questões complexas e desafiadoras que possam desenvolver seus sensos críticos”.

Fonte: Yahoo

Marcha para Jesus atrai 500 mil pessoas no Rio de Janeiro

Neste sábado (30) Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro (Comerj) realizou a Marcha para Jesus 2015 do Rio de Janeiro.

O evento atraiu cerca de 500 mil pessoas segundo os organizadores, evangélicos de diversas denominações e de várias cidades do Estado.

A caminhada saiu da Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio de Janeiro e oito trios elétricos acompanharam a multidão de fiéis até a Praça da Apoteose. Durante o trajeto os cristãos também se manifestaram politicamente e levantaram bandeiras contra a corrupção e em prol da família tradicional.

Open in new window“A corrupção é um mal. Qualquer pessoa, qualquer cidadão está indignado com o que acontece, com tanta roubalheira. Se queremos um Brasil melhor, de oportunidades, de bem-estar, temos que acabar com esse câncer”, disse o pastor Silas Malafaia, presidente da Comerj.

Entre as personalidades que compareceram na Marcha estavam o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ).

Cunha não subiu nos trios elétricos, mas fez um discurso no palco principal convocando os evangélicos a manifestar suas posições. Já o senador Magno Malta defendeu alguns de seus projetos como a não descriminalização das drogas, a prisão perpétua e a redução da maioridade penal.

“O projeto do Novo Código Penal é horroroso, é pior do que o atual. Queremos fazer um plebiscito para decidir sobre prisão perpétua para os crimes de corrupção, tráfico de drogas e pedofilia”, disse o senador.

No palco principal ainda se apresentaram grandes nomes da música gospel como Thalles Roberto, Flordelis, Nani Azevedo, Jozyane, Fernandinho, Eli Soares, Leonardo Gonçalves, Renascer Praise, André Valadão, Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, Nova Jerusalém, Mariana Valadão, Geraldo Guimarães, Danielle Cristina, Gabriel, Sarando a Terra Ferida, Kleber Lucas, Léa Mendonça e outros.

Fonte: Gospel Prime

Tão perto e, ainda assim, tão longe

Marshall Wicks
Como professor de Bíblia e teologia a serviço de uma organização evangelística, tive a oportunidade de ouvir muitos testemunhos pessoais. Durante esses 26 anos de trabalho no Instituto Bíblico Palavra da Vida nos EUA, impressionou-me a quantidade de alunos que, apesar de terem nascido num contexto familiar de crentes em Cristo, só vieram a crer em Jesus bem mais tarde em sua vida. O assunto ressoa mais forte aos meus ouvidos, porque essa também foi a minha história. Eu nasci em Halifax, Nova Escócia, numa família de crentes consagrados a Cristo. Porém, à semelhança dos antigos israelitas, eu lutava com o problema da incredulidade.
Não consigo me lembrar de uma única vez em que eu, meus irmãos e minha irmã não estivéssemos vestidos, penteados e prontos para nossa caminhada dominical rumo à igreja, a fim de participar de um dos cultos. E lá íamos nós para a igreja. Além disso, o papai, não satisfeito de participar de todos os cultos de nossa igreja, sempre que havia algum culto especial em outra igreja levava a família toda.
Ficamos sem carro durante muitos anos e para mim era uma tortura perder a melhor parte dos meus domingos numa caminhada de 20 ou 30 minutos para a igreja. Finalmente, quando conseguimos um carro, a minha alegria durou pouco. Meu pai começou um ministério de transporte com ônibus, numa época em que isso ainda não era comum nas igrejas. Nós passávamos de ônibus para pegar as pessoas em nosso trajeto para a igreja e, em seguida, o papai ainda fazia algumas viagens adicionais para transportar mais famílias para o culto. Com isso, tínhamos que sair de casa mais cedo do que antes, quando íamos a pé.
Mesmo conhecendo o Evangelho, algumas pessoas escolhem outros caminhos, como o álcool, que destroem famílias e despedaçam vidas.
Seria ótimo se eu pudesse justificar a minha rejeição do Evangelho, alegando que nunca me fora pregado, mas esse não era o caso. Culto após culto, eu pude ouvir as verdades simples do plano da salvação: a de que eu era um pecador perdido e que Jesus é Deus, o qual vindo ao mundo, levou sobre Si os meus pecados e recebeu o castigo em meu lugar a fim de me libertar da condenação e perdição eterna.
No começo, eu ia à frente, na hora do apelo do pregador, para aceitar Jesus como meu Salvador, pelo menos uma vez por mês. Mas parece que nunca isso, de fato, acontecia. Eu era tão velhaco que tinha plena consciência de que meu relacionamento com Deus era péssimo. Parece que nunca me convertia; na verdade, eu nunca tinha nascido de novo em Cristo.
Como muitos dos testemunhos que ouvi, eu simplesmente me tornei cada vez mais frio em relação ao Senhor. Passei a odiar a Fé Cristã e tudo o que ela significa. Quanto mais eu tentava ser bom e agradar a Deus, mais eu falhava. A incumbência dava a aparência de ser pesada demais e os benefícios pareciam mínimos, se é que existiam.
Quando cheguei à adolescência, minha vida entrou “em parafuso” e virou um caos. Saí de casa; me envolvi com o mundo das drogas; e não demorou muito para que eu ficasse desempregado, sem teto, perambulando pelas ruas de Toronto.

Uma Escolha Quase Fatal

Ainda fico intrigado com o fato de que uma pessoa pode ser criada com todas as oportunidades que eu tive e, mesmo assim, rejeitar o Evangelho. Como é que eu não entendi isso antes? Eu vi o que o álcool fizera com outras famílias. Tive contato com lares destruídos e vidas despedaçadas. Eu fui testemunha da maneira pela qual Cristo fizera a diferença em nosso próprio lar; no entanto, misteriosamente nada disso me tocava.
O apóstolo Paulo, de igual modo, estava pasmado com a atitude de Israel:
“Porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne. São israelitas. Pertence-lhes a adoção e também a glória, as alianças, a legislação, o culto e as promessas; deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!” (Rm 9.3-5).

O Fator Fé

No Novo Testamento o meio de salvação é o mesmo identificado no Antigo Testamento: Fé.Ao escrever no Novo Testamento, o apóstolo Paulo demonstra sua convicção de que o propósito da mensagem central do Pentateuco era o de distinguir entre uma salvação centrada no homem e uma salvação centrada em Deus.
A incredulidade é um senhor cruel. Ela não promete nada, muito menos liberta; exige o pagamento de tudo, mas nunca entrega o que foi comprado.
A cidade de Jerusalém está edificada sobre uma montanha de dois cumes: um dos cumes é o monte Sião e o outro é o monte Moriá. Em 2 Crônicas 3.1 temos a seguinte informação: “Começou Salomão a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá”. Esse é o monte onde as Escrituras dizem que Abraão finalmente entendeu e temeu ao Senhor: “Então, lhe disse: Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho” (Gn 22.12).
Moriá foi o lugar da maior prova e da maior vitória de Abraão pela fé. Abraão, em sua disposição de sacrificar seu filho Isaque, colocava a promessa de Israel sobre o altar. Portanto, Moriá simboliza a fé e, por razões óbvias, passou a ser o local do estabelecimento do templo, a saber, o centro espiritual de todo o povo de Israel e o lugar onde Israel adoraria o seu Deus.
Entretanto, ao fazer suas declarações mais categóricas sobre o papel da fé na salvação, o apóstolo Paulo recorre ao livro de Deuteronômio. Em Romanos 10.6-8, Paulo fez citações de Deuteronômio 30:
“Mas a justiça decorrente da fé assim diz: Não perguntes em teu coração: Quem subirá ao céu?, isto é, para trazer do alto a Cristo; ou: Quem descerá ao abismo?, isto é, para levantar Cristo dentre os mortos. Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos”.
Existe um caminho melhor; um caminho tão próximo quanto o coração e os lábios, e que não requer pagamento humano de nenhuma espécie; um caminho que Abraão trilhou, Moisés ordenou e Paulo pregou: a obediência decorrente da fé.
O texto de Deuteronômio 30 foi escrito para fazer um contraste com o capítulo 29 que começa com uma assustadora declaração ao Israel descrente: “Porém o Senhor não vos deu coração para entender, nem olhos para ver, nem ouvidos para ouvir, até ao dia de hoje. Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália” (Dt 29.4-5).
Na seqüência, o capítulo 29 prediz os futuros fracassos de Israel e seus decorrentes castigos. Contudo, Deuteronômio 30 apresenta uma mensagem absolutamente diferente, uma mensagem de esperança e fé:
“Porque este mandamento que, hoje, te ordeno não é demasiado difícil, nem está longe de ti. Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Nem está além do mar, para dizeres: Quem passará por nós além do mar que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Pois esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires” (Dt 30.11-14).
O mandamento ao qual Moisés se referiu nesse texto não era a Lei recebida no monte Sinai. Os israelitas nunca conseguiriam cumprir essa Lei. Moisés lhes falara acerca disso em boa parte do capítulo 29. Esse mandamento ordena que a pessoa creia, um mandamento personificado pelo exemplo de Abraão no monte Moriá.
A incredulidade é um senhor cruel. Ela não promete nada, muito menos liberta; exige o pagamento de tudo, mas nunca entrega o que foi comprado.
Contudo, existe um caminho melhor; um caminho tão próximo quanto o coração e os lábios, e que não requer pagamento humano de nenhuma espécie; um caminho que Abraão trilhou, Moisés ordenou e Paulo pregou: a obediência decorrente da fé.

O Dia em Que “Funcionou”

“E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt 18.3).
Eu não posso afirmar o que havia de diferente naquele dia chuvoso e frio de novembro de 1969. Eu ainda me drogava e continuava tão rebelde e rancoroso como sempre fora. Meu pai viera de Halifax à minha procura e nós estávamos dentro do carro, estacionado numa rua mais tranqüila.
Aparentemente nada tinha mudado. Porém, naquele dia o meu coração estava diferente. Quando meu pai me perguntou se eu queria receber a Cristo em minha vida, meu coração e lábios disseram: “sim”. Eu não hesitei, nem titubeei em tomar a decisão. Parecia óbvio. Foi naquele dia que me tornei crente em Jesus Cristo.
Acho que eu sempre conhecera o Evangelho e talvez sempre o aceitara de uma forma intelectual. Todavia, como no caso dos filhos de Israel que comeram o maná providenciado por Deus e caminharam sobre sandálias que não se desgastaram no deserto (veja Dt 29.5), o Evangelho nunca fizera diferença em minha vida.
Naquele dia, ao lado de meu pai, eu estava pronto a concordar com Deus sobre a minha condição e sobre a provisão que Ele fizera para mim. Trata-se daquela fé semelhante à de uma criança da qual Jesus fez menção ao dizer: “E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt 18.3).
Para nós a salvação saiu de graça, mas para o Messias o custo foi incalculável. Além disso, a salvação nunca está distante e inacessível; sempre está disponível a todo aquele que, neste exato momento, se disponha a crer. Entre qualquer um de nós e a salvação eterna não existe nenhum impedimento que se interponha, exceto um coração descrente. (Marshall Wicks -Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)
"...Enviou-me... para pregar boas-novas aos... quebrantados de coração... a consolar todos os que choram." Isaías 61.1-2
Este "consolar todos os que choram" é o alvo final de Jesus. Vou tentar ilustrar a qualidade da consolação que somente Jesus pode dar. Suponhamos que você perca a pessoa que lhe é mais querida neste mundo. E agora pergunto aos enlutados entre os meus leitores: o que a consolação dos seus amigos, vizinhos e parentes lhes trouxe de fato? Sejamos realistas: nem coroas de flores nem buquês podem impedir a realidade da morte. Elas não podem anular a última despedida. As condolências mais calorosas e mais íntimas não podem afastar de você o doloroso vazio e a solidão que você sente com a perda da pessoa amada. Mesmo tendo muitas pessoas compartilhando do seu sofrimento, talvez você já tenha pensado como Jó: "Como, pois, me consolais em vão?"
Mas, neste ponto, vem Jesus Cristo, que nos diz – diante da crueldade da morte: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá." Enquanto Ele consola, Ele age poderosa e soberanamente. Ele é a ressurreição e a vida em pessoa, e por isso a morte não pode subsistir diante dEle.