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Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.Filipenses 4:13

sábado, 11 de agosto de 2012


Deus não Rejeita a Quem O Invoca

No Salmo 50.15 lemos a maravilhosa promessa de Deus: "...invoca-me no dia da angústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás."
Em uma fábrica de tecidos, onde funcionavam teares muito complicados, havia uma placa que dizia: "Se os fios se emaranharem, chame o supervisor". Recentemente aconteceu o seguinte: os fios do tear de uma operária muito dedicada e hábil se enrolaram. Imediatamente ela tentou desenredá-los, mas seus esforços somente tornavam maior a confusão. Finalmente, cansada e mal humorada, ela pediu ajuda ao supervisor.
"Você mesma já tentou separar os fios?", perguntou ele. – "Sim". – "Por que você não me chamou, conforme a norma?" – "Fiz o melhor que pude", respondeu ela. – "Lembre-se, ‘o melhor' em tal caso é me chamar!"
Quantas pessoas neste mundo se assemelham a essa mulher! Elas são honestas, corajosas e trabalhadoras. Elas enfrentam a vida com determinação. Gostaríamos de resolver tudo sozinhos, dar conta dos problemas, pois não nos agrada pedir ajuda aos outros. Esforçamo-nos para encontrar a própria solução. Mas, todos os esforços são em vão. No final, ficamos totalmente desanimados.
Muitas vezes, as circunstâncias acabam se tornando tão difíceis que não conseguimos mais nos desvencilhar sozinhos dos problemas. Quantas vezes um médico já teve de dizer a um paciente: "Mas, porque você não veio antes?"
Quando alguém se encontra em tal situação, a única solução é ir ao Senhor Jesus e invocá-lO. Ele é a resposta a todos os nossos problemas e às muitas confusões provocadas pelo pecado. Sem Ele não podemos fazer nada – nem para nós mesmos, nem para outros. Jesus Cristo diz: "...o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora" (Jo 6.37). (Norbert Lieth - http://www.apaz.com.br)

As Olimpíadas e a Igreja Perseguida

“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora, me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda.” 2 Timóteo 4:7-8

No ultimo dia 27 de julho deu-se inicio à 30ª edição dos Jogos Olímpicos Modernos. Mais antigo evento esportivo do mundo, os Jogos foram criados na Antiguidade, em Olímpia, na Grécia, e praticados pelas cidades-estado gregas do século 8 a.C ao 5 d.C.

Além de uma importância religiosa na Antiguidade, os jogos serviam como ferramenta “diplomática” para manter a paz e a harmonia entre as cidades-estado. A corrida e a luta corporal eram duas das principais modalidades dos Jogos e, ao invés da atual medalha, os vencedores recebiam como premiação uma coroa de louros.

Os Jogos voltaram a ser praticados em 1896, em Atenas, Grécia. Hoje, as Olimpíadas reúnem atletas de mais de 200 países que competem nas diversas modalidades esportivas. Nos Jogos Olímpicos Modernos é possível notar a convivência pacífica de indivíduos de diferentes nações, línguas e credos, competindo lado a lado pelo melhor lugar no pódio e pela tão sonhada e desejada medalha de ouro.

Numa Olimpíada existem pelo menos três personagens importantes, são eles: Os atletas (e sua equipe ou comissão técnica), a plateia, e os juízes. Destes, os principais são os atletas e suas equipes que, com seus esforços físicos e estratégias farão daquele evento, um verdadeiro espetáculo. O público tem uma função mais discreta, mas não menos importante, que é a de torcer, incentivar e motivar os atletas. Por fim, os juízes são aqueles que determinarão dentro das regras de cada modalidade, se o desempenho do atleta é digno da coroa de louros (ou da medalha de ouro, prata e bronze).

No versículo de 2 Timóteo descrito acima, o apostólo Paulo faz uma alusão aos Jogos Olímpicos antigos. Ele nos explica que a vida cristã não é diferente, mas exige-se sacrifício e dedicação. Creio que, perseverança, é a palavra que mais se encaixa nesses versículos. Para ser campeão é preciso perseverar, não desistir, ainda que tenhamos que competir contra Michael Phelps ou Usain Bolt. Isso tem tudo a ver com a Igreja de Cristo, tanto a que é livre quanto a que sofre perseguição por causa da fé.

Todos os países da Classificação de países por perseguição da Portas Abertas estão participando dos Jogos de Londres 2012. Nesses lugares há milhares de cristãos que correm e lutam todos os dias para guardar a fé em meio a sistemas opressores.

Pois farei também uma breve alusão: Os atletas são os nossos irmãos da Igreja Perseguida, o Juiz (justo Juiz) é o nosso Deus e a plateia somos nós, cristãos da Igreja Livre. Ora, se a função dos cristãos perseguidos (atletas) é competir (perseverar) e a de Deus é julgar e dar a recompensa, então, qual é a nossa função enquanto Igreja Livre? A resposta mais óbvia a esta pergunta é: Orar, incentivar e motivar esses irmãos o tempo todo.

Enquanto nossos irmãos competem para guardar a fé e manter viva a chama da esperança de receber a coroa (medalha) das mãos do justo Juiz, há uma enorme plateia de espectadores (eu e você) que precisa fazer algo para ajudá-los nesse propósito.

Não deixe de orar hoje pelos cristãos da Igreja Perseguida e de pedir a Deus que lhes dê forças para combater o bom combate e completar a corrida!

Marcelo Peixoto- Historiador Portas Abertas Brasil

Fonte: Missão Portas Abertas

sexta-feira, 10 de agosto de 2012


Seja Cheio do Espírito - Efésios 5.18

Para muitos, ser cheio do Espírito Santo é um assunto vago e místico. Não há uma ideia clara e definida na mente das pessoas em relação a isso, além do fato de haver muitos ensinamentos errados sobre esse ministério do Espírito. Não admira que os cristãos sejam confusos quanto a esse assunto.
Em primeiro lugar, ser cheio do Espírito deve ser diferente de Seus outros ministérios:
A habitação. Isso significa que a Terceira Pessoa da Trindade mora, literalmente, no corpo de cada crente. Nosso corpo é o templo do Espírito.
O batismo. O batismo é o ministério do Espírito que coloca uma pessoa no corpo de Cristo no momento em que ela crê. A partir de então, ela se torna membro da Igreja Universal.
O selo. Um selo é uma marca de posse e segurança. Deus Espírito marca o crente como sinal de que pertence ao Senhor e está seguro por Ele.
O penhor. Isso significa um sinal ou garantia. Alguns o comparam com a aliança de noivado. Tão certo como a pessoa possui o Espírito, ela também receberá, um dia, a herança por completo.
A unção. No Antigo Testamento, reis e sacerdotes eram ungidos com óleo em um rito inaugural. Da mesma forma, o Espírito nos unge como sacerdotes reais. A unção possui um significado adicional em 1 João 2.27. O ministério de ensino do Espírito nos permite distinguir a verdade do erro.
Todos esses ministérios do Espírito acontecem no momento em que uma pessoa é salva. Eles são automáticos. Não exigem qualquer cooperação por parte do novo crente. Não há condições a serem satisfeitas. São experiências definitivas.
Ser cheio do Espírito é diferente. Na verdade, no Novo Testamento, há duas formas de sermos cheios.
Primeiro, um crente pode ser cheio do Espírito soberanamente para alguma obra especial. Assim, lemos que João Batista foi cheio do Espírito Santo no ventre de sua mãe (Lc 1.15b). Dessa maneira, Deus o preparou para ser o precursor do Messias. É possível que essa palavra tenha sido usada nesse sentido na maioria das ocorrências no livro de Atos. Foi assim que os discípulos foram cheios do Espírito Santo como preparação para a vinda dEle no Pentecoste (At 2.4). Pedro foi cheio do Espírito, pois precisava ser equipado a fim de ser convincente na transmissão da mensagem às autoridades e aos cidadãos comuns (At 4.8). Pedro e João foram cheios a fim de proclamar a Palavra de Deus com intrepidez (At 4.31). Saulo foi cheio do Espírito para pregar de Cristo em Damasco (At 9.17,22). Depois, ele foi novamente cheio para denunciar Elimas, o mágico (At 13.9). Pelo menos algumas dessas ocasiões em que as pessoas foram cheias do Espírito foram temporárias e não houve exigências a serem satisfeitas para que isso ocorresse.
Segundo, há uma forma de sermos cheios do Espírito para a qual há condições. É isso que encontramos em Efésios 5.18. Não é algo pelo qual você ora, mas uma ordem à qual obedece. É claro na língua original do Novo Testamento que o significado desse versículo é: “Sejais continuamente cheios”. Trata-se de um processo contínuo, não de uma realização. Não é uma experiência emocional, mas uma vida de santidade constante.
Paulo escreveu: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”. Por que ele mencionou algo tão ruim quanto a embriaguez juntamente com o nosso dever de sermos cheios do Espírito? Provavelmente porque há algumas semelhanças e diferenças evidentes entre as duas coisas. Primeiro, as semelhanças. Em ambos os casos, a pessoa está sob um controle externo. Na embriaguez, ela está sob o controle da bebida alcoólica chamada, às vezes, de “espíritos”. Ser cheio do Espírito significa que ela está sob o controle do Espírito Santo. Em ambos os casos, é possível saber quem a controla pela forma como anda: o bêbado cambaleia a esmo; a pessoa cheia do Espírito anda separada do pecado e do mundo. Em ambos os casos, é possível saber quem a controla pelo modo como fala: a fala do alcoólatra é enrolada e profana; a fala do crente é edificante e exalta a Cristo.
Também há duas diferenças. Quando se está embriagado, há perda do autocontrole; quando se está cheio do Espírito, não há perda do autocontrole. Quando se está embriagado, há uma menor resistência ao pecado; quando se está cheio do Espírito, a resistência é maior.
Lembrei-me das palavras perspicazes de James Stewart: “Se é pecado embriagar-se com vinho, é um pecado ainda maior não ser cheio do Espírito”.
Conforme mencionado, ser cheio do Espírito é a vida de santidade. Você a encontra sob diferentes aspectos nestas passagens:
  • É o caráter de um cidadão do reino (Mt 5.1-16);
  • É a vida permanente (Jo 15.1-17);
  • É a vida de amor (1 Co 13);
  • É a armadura do cristão (Ef 6.10-20);
  • É a vida do caráter cristão (2 Pe 1.5-11).
A seguir, algumas coisas essenciais a fazer para ser cheio do Espírito:
  • Confesse e abandone o pecado assim que tomar consciência dele (1 Jo 1.9; Pv 28.13);
  • Submeta-se ao controle do Senhor em todos os momentos (Rm 12.1-2);
  • Encha-se com a Palavra de Deus (Jo 17.17). Você não pode ser cheio do Espírito a menos que a Palavra de Cristo habite em você ricamente (Cl 3.16);
  • Passe bastante tempo em oração e adoração (Rm 8.26; 2 Co 3.18);
  • Mantenha-se perto da comunhão cristã, evitando envolver-se com questões do mundo (Hb 10.25; 2 Tm 2.4);
  • Ocupe-se para o Senhor (Ec 9.10);
  • Diga um sonoro “não” para os apetites ilícitos da carne (1 Co 9.27). Responda à tentação pecaminosa como um morto responderia (Rm 6.11). No momento de forte tentação, clame ao Senhor (Pv 18.10). Tome medidas rigorosas para evitar qualquer pecado (Mt 18.8). Fuja, não caia (2 Tm 2.22). Aquele que luta e foge sobrevive para lutar mais um dia.
  • Controle seus pensamentos (Pv 23.7; Fp 4.8);
  • Seja Cristocêntrico, não egocêntrico (Jo 16.14).
Agora faça o que tem de fazer, crendo que o Espírito está no controle.
Como é ser cheio do Espírito? A maior parte da vida provavelmente continuará sendo o habitual trabalho duro, rotineiro e secular. Às vezes, haverá picos. Porém, você perceberá que os mecanismos da vida se encaixam, que acontecem coisas incomuns. Você terá consciência de que o Senhor está operando em você e por seu intermédio. Sua vida reluzirá com o sobrenatural e, quando você tocar outras vidas, algo acontecerá para Deus.
Além disso, haverá poder (Lc 24.49; At 1.8), intrepidez (At 4.13,29,31), alegria (At 13.52), louvor (Lc 1.67-75; Ef 5.19-20) e submissão (Ef 5.21).
Um último aviso. A pessoa que é cheia do Espírito nunca diz que é. O ministério do Espírito é exaltar Cristo, não o crente. Vangloriar-se como se o tivesse alcançado é orgulho. (William MacDonald - http://www.chamada.com.br)

Editora da Igreja Universal monta estande no formato do Templo de Salomão para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Editora da Igreja Universal monta estande no formato do Templo de Salomão para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Para a 22ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que está acontecendo entre os dias 9 e 19 de agosto, a Unipro, editora ligada à Igreja Universal (IURD), montou um estande de 300 metros quadrados no formato do Templo de Salomão.
O evento está sendo realizado no Pavilhão de Exposições do Anhembi (na capital paulista), e de acordo com o site Arca Universal, o estande da Unipro está em um local privilegiado do pavilhão, na rua G, nº 60, próximo ao espaço infantil, segundo o site, no estande os visitantes poderão conferir todos os lançamentos da editora, além de participar de sessões de autógrafos com vários autores nacionais e internacionais.
O principal lançamento apresentado pela editora será o livro “Nada a perder”, do bispo Edir Macedo. A publicação fala da trajetória de vida do líder da IURD, e será o primeiro volume de uma trilogia, que contará a trajetória de vida do bispo.
Além da venda de seus títulos, a editora organizou para o estande uma programação de autógrafos, para os principais dias do evento. Entre os autores que passarão pelo estande estão: Cristiane Cardoso, Renato Cardoso, Luciano Negreiros, Daminen Jackson, Aline Munhoz e Moti Bernardinho.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

vem ai o primeiro aniversario da igreja evangélica liberdade e vida

ate aqui nos ajudou o senhor...

“Porque ir à Igreja quando você pode assistir o culto online?”, pastor comenta a necessidade do cristão ir à igreja

“Porque ir à Igreja quando você pode assistir o culto online?”, pastor comenta a necessidade do cristão ir à igreja
Com o crescimento das transmissões de cultos de várias igrejas pela internet, e a comodidade de se assistir às pregações de casa, um questionamento que acaba surgindo entre alguns cristão é sobre a necessidade de estar presente fisicamente nos cultos.
Em um texto intitulado “Porque ir à Igreja quando você pode assistir o culto online?”, o pastor Tim Stevens, da Granger Community Church (Igreja da Comunidade de Granger), em Granger, no estado norte-americano de Indiana, comentou sobre a necessidade de o cristão ir à igreja.
O pastor afirma que, ao ficar em casa, o cristão possivelmente perderá o que Deus quer fazer através dele e para ele. Stevens faz ainda um paralelo entre ir à igreja e estar presente em compromissos familiares, no trabalho e até mesmo nas eleições. Ele afirma que o cristão não deve subestimar a importância de sua presença.
- No Novo Testamento não se sabe nada sobre um cristão que não está ligado a uma igreja. Seus dons, habilidades, ideias, serviços, liderança, recursos, amor tudo o que você tem a oferecer é uma parte crucial para uma congregação próspera – explica Stevens.
Comparando a igreja ao corpo humano, como organismo vivo, o pastor afirma que um membro ou órgão não sobrevive sozinho se retirado do corpo.
- Você removeu o seu pâncreas ou o esôfago ou o seu braço esquerdo, quando estão fora de seu corpo eles deixam de viver – compara.
Apesar de ressaltar a importância da vida em comunidade para o cristão, o pastor reconhece a importância das transmissões de cultos pela internet, como uma forma de alcançar as pessoas solitárias e isoladas do mundo e que não estão prontas para entrarem em uma igreja física. Para essas pessoas, a internet é uma ponte importante para que venham dar um passo a Cristo.
Leia na íntegra o texto, publicado originalmente no site churchleaders.com:
Por que ir à igreja quando você pode assistir online?
A igreja é um organismo vivo.
Você removeu o seu pâncreas ou o esôfago ou o seu braço esquerdo, quando estão fora de seu corpo eles deixam de viver.
No Novo Testamento não se sabe nada sobre um cristão que não está ligado a uma igreja. Seus dons, habilidades, ideias, serviços, liderança, recursos, amor tudo o que você tem a oferecer é uma parte crucial para uma congregação próspera.
Sua presença é mais importante do que você pensa.
Muitas vezes, pensamos que não sentiram a nossa falta.
Eu não voto no dia das eleições, porque isso realmente não importa. Eu não vou ao jogo de basquete de meu filho, porque ele nem vai perceber. Eu não me comprometo em minha jornada de trabalho, ficarei em casa, porque certamente eles têm número suficiente de pessoas. Eu fico em casa e assistir o culto on-line, porque em uma igreja com 5.000 pessoas, que ainda vai notar que eu não estou lá?
Mas isso é tão míope e impreciso. Você subestimar o significado da sua presença quando você pensa que não importa. Você subestimar o poder do Espírito de Deus que reside dentro de você quando você acredita que ficar em casa é tão bom quanto comparecendo. Você possivelmente perderá o que Deus quer fazer através de você e para você quando você ficar em casa.
Então, por a minha igreja transmite os cultos pela internet?
Porque há pessoas solitárias e isoladas do mundo, fornecendo então uma ponte para que eles possam, eventualmente, dar um passo em uma comunidade de fé.
Porque a Internet atinge bilhões de pessoas em todo o mundo, alguns que não estão perto o suficiente para participar de uma igreja vibrante.
Porque há momentos em que você estiver fora da cidade, em férias, ou na faculdade, e através do link você poderá permanecer conectado à sua igreja.
Porque serve como uma ferramenta fácil para convidar amigos que não estão prontos para entrar em uma reunião física, mas eles estão sofrendo e precisam de Jesus, e um serviço on-line pode ajudá-lo a alcançá-los.
Redação Gospel+

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

"Em verdade, em verdade vos digo: Quem crê, tem a vida eterna." João 6.47

Só houve três pessoas sobre a terra que foram totalmente sadias de corpo, alma e espírito: Adão e Eva, antes de caírem em pecado, e Jesus Cristo. Os dois primeiros seres humanos foram perfeitos, sem pecado, até que Satanás os seduziu. Mas Jesus nunca caiu em pecado. Ele nunca ofendeu ninguém, nem por meio de palavras, nem por atos. Como Ele tinha um completo "não" ao pecado, Ele também não foi contaminado em meio aos maiores pecadores. Justamente porque Ele era separado do pecado, e não participou de nenhum ato obscuro, Ele comeu e bebeu com os pecadores, tocou-os com as Suas mãos abençoadas, e curou muitos enfermos. Jesus, o Filho de Deus, se tornou homem como você e eu. Ele se tornou semelhante a nós em todas as coisas. Ele foi tentado como nós, mas, ao contrário de nós, nunca pecou. Jesus podia dizer: "Quem me vê a mim, vê o Pai." Aquele que aceita a Jesus agora pela fé é transformado outra vez na imagem e semelhança de Deus, porque é remodelado à imagem de Jesus. Este é o plano e o alvo de Deus para você.

Sobre previsões do fim do mundo, pastor Ciro Zibordi diz que “a Bíblia afirma que o mundo não acabará em 2012”. Leia na íntegra

Sobre previsões do fim do mundo, pastor Ciro Zibordi diz que “a Bíblia afirma que o mundo não acabará em 2012”. Leia na íntegra
O pastor Ciro Zibordipublicou uma reflexão sobre o calendário Maia, que prevê o fim do mundo no dia 21/12/2012 e fez citações a previsões de cientistas sobre os rumos do planeta devido ao aquecimento global.
O artigo “A Bíblia afirma que o mundo não acabará em 2012?”, publicado no jornal assembleiano Mensageiro da Paz, e reproduzido em seu blog, usa como ilustração o roteiro do filme “2012”, dirigido por Roland Emmerich, e que fala sobre uma catástrofe climática que dizimaria milhões de vidas.
Zibordi afirma que embora “o enredo de 2012 seja ficcional, o alerta de que o mundo poderá acabar em breve tem sido levado a sério por muitos cientistas”, e menciona as preocupações com o crescimento da população do mundo, emissão de gases nocivos à camada de ozônio, entre outros fatores.
Entretanto, o pastor afirma ressalta as profecias bíblicas em meio às previsões e predições divulgadas pela mídia: “Se Jesus viesse buscar a sua Igreja hoje, o mundo só acabaria daqui a 1.007 anos”, observa, referindo-se à Grande Tribulação e o reinado do milênio, profetizados na Bíblia Sagrada.
- Chegará, sem dúvida, o período que o Senhor Jesus chamou de a Grande Tribulação (Mt 24.29), em que males sem precedentes virão sobre a humanidade. Mas isso ainda não causará o fim do mundo. Após o período de grande aflição de sete anos, será estabelecido o Milênio (Ap 20.1-10). Somente depois desse período de mil anos de paz, em que a Igreja reinará com Cristo, o mundo chegará ao fim. Segundo a Palavra profética, “os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nelas há, se queimarão” (2 Pe 3.10), dando lugar a um novo céu e uma nova terra (Ap 21.1) – explica o pastor Ciro Zibordi.
Confira abaixo a íntegra do artigo “A Bíblia afirma que o mundo não acabará em 2012?”, do pastor Ciro Zibordi:
Casei em 21 de dezembro de 1991. À época, minha esposa e eu não sabíamos que o calendário maia terminaria nessa mesma data. E, se acreditássemos em profecias sobre o fim do mundo, talvez tivéssemos mudado a data de nosso casamento. Afinal, para muitos o mundo acabará em 2012, exatamente no dia 21 do último mês deste ano! Brincadeiras à parte, há algum fundamento na notícia alarmante de que o mundo chegará ao fim em 2012?
Roland Emmerich, no filme-catástrofe 2012 — estrelado por John Cusack, Danny Glover e Woody Harrelson (Columbia Pictures, 2009) —, tomou como base o fim do calendário maia para afirmar que grandes catástrofes ocorreriam em vários lugares, gerando um colapso global e ocasionando a destruição da Terra. Sua mensagem é clara: o mundo pode até não acabar tão cedo, mas precisamos nos preparar para isso. O filme mostra que ocorrerão, em breve, erupções solares e aquecimento do núcleo da Terra, provocando o deslocamento da crostra terrestre. Isso culminará em grandes emissões de materiais magmáticos de supervulcões, bem como em grandes terremotos em toda parte.
Conquanto o enredo de 2012 seja ficcional, o alerta de que o mundo poderá acabar em breve tem sido levado a sério por muitos cientistas. Discovery Channel, National Geographic e History Channel têm produzido documentários sobre a possibilidade de o fim do mundo acontecer nas próximas décadas. Além dos recentes terremotos no Haiti e no Japão, que deixaram muita gente atônita, ambientalitas estão preocupados com o crescimento da população global e a ação predatória do ser humano. O renomado cientista James Lovelock alerta: “Não se trata meramente de dióxido de carbono em excesso no ar nem da perda da biodiversidade à medida que florestas são derrubadas; a causa central é o excesso de pessoas, seus animais de estimação e gado — mais do que a Terra consegue suportar” (Gaia: Alerta Geral, Intrínseca, página 19).
Lovelock — formado em medicina, química e biofísica — descarta a ideia de que o mundo acabará em 2012. Mas defende a tese de que a Terra poderá ser destruída em pouco tempo: “A história da Terra e os modelos climáticos simples baseados na noção de uma Terra viva e reativa sugerem que são mais prováveis mudanças súbitas e surpresas [...]. Se o governo do Reino Unido persistir em forçar os esquemas dispendiosos e nada práticos da energia renovável, em breve descobriremos que quase tudo o que resta da nossa região rural será usado para a produção de biocombustível, geradores de biogás e parques eólicos de escala industrial — tudo isto no exato momento em que precisaremos de todo o campo existente para o cultivo de alimentos” (idem, páginas 20-30).
Outra preocupação apresentada pelo cientista é o aquecimento global: “A mera redução da queima de combustíveis fósseis, do uso de energia e da destruição de florestas naturais não será uma resposta suficiente ao aquecimento global, principalmente porque parece que a mudança climática pode acontecer mais rápido do que somos capazes de reagir a ela. E ela pode ser irreversível. Consideremos: o Protocolo de Kyoto foi elaborado há mais de dez anos e, desde então, parece que fizemos pouco mais que gestos quase vazios para deter a mudança climática” (idem, página 25).
Quanto a uma possível guerra nuclear, o cientista afirma: “Não demorará muito e poderemos nos defrontar com uma devastação de alcance planetário pior até que uma guerra nuclear ilimitada entre superpotências. A guerra climática poderia matar quase todos nós e deixar os poucos sobreviventes com um padrão de vida comparável ao da Idade da Pedra” (idem, página 44). Podemos ignorar a mensagem transmitida por um filme de ficção e até rir dela. Entretanto, o alerta de um cientista premiado, como James Lovelock — considerado pela revista Prospect um dos maiores intelectuais do mundo —, não deve ser desprezado.
Chegará, sem dúvida, o período que o Senhor Jesus chamou de a Grande Tribulação (Mt 24.29), em que males sem precedentes virão sobre a humanidade. Mas isso ainda não causará o fim do mundo. Após o período de grande aflição de sete anos, será estabelecido o Milênio (Ap 20.1-10). Somente depois desse período de mil anos de paz, em que a Igreja reinará com Cristo, o mundo chegará ao fim. Segundo a Palavra profética, “os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nelas há, se queimarão” (2 Pe 3.10), dando lugar a um novo céu e uma nova terra (Ap 21.1). Segue-se que o servo do Senhor não precisa se preocupar com o fim. Afinal, se Jesus viesse buscar a sua Igreja hoje, o mundo só acabaria daqui a 1.007 anos!
O fim do mundo, propriamente dito, ocorrerá somente depois de vários eventos escatológicos previstos nas Escrituras: o Arrebatamento da Igreja, o Tribunal de Cristo, as Bodas do Cordeiro, a Grande Tribulação, a batalha do Armagedom, o Milênio, a última revolta de Satanás e o Juízo Final. Isso não significa que devemos ficar desapercebidos e ignorar o cumprimento profético e a bem-aventurada esperança (Tt 2.13). Em Mateus 24.3, vemos que os discípulos do Senhor Jesus, após ouvirem a sua predição de que o Templo em Jerusalém seria destruído — profecia que se cumpriu no ano 70 d.C. —, lhe fizeram uma indagação tripartida, a qual abarcou: (a) o futuro próximo: “quando serão essas coisas”; (b) o futuro remoto: “que sinal haverá da tua vinda”; e (c) o “fim do mundo”.
Considerar as três partes da pergunta dos discípulos é a chave para o entendimento de todo o plano escatológico descrito em Mateus 24, o qual apresenta sinais alusivos ao primeiro século, à Segunda Vinda e à consumação de todas as coisas. Ao ouvir o mencionado questionamento tríplice, o Senhor alertou: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (Mt 24.4,5). Isso mostra que, nos dias que antecedem o Arrebatamento da Igreja, aumentará o número de enganadores (Mc 13.22; 2 Pe 2.1,2) e de seguidores do erro, inclusive entre os cristãos (2 Tm 4.3).
Depois do Rapto, entrarão em cena, em pessoa, o Anticristo e o Falso Profeta (Ap 13). Enquanto isso não acontece, inúmeros precursores desses agentes do mal têm agido no mundo (1 Jo 2.18; 4.1-3; 2 Pe 2.2). E não são poucos os propagadores de doutrinas falsas e falsificadas. Na mesma resposta à pergunta tripartida dos seus discípulos, o Senhor profetizou: “Levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos” (Mt 24.11). A cada dia, aumenta o número dos lobos (At 20.29), que, com a sua aparência de piedade (2 Tm 3.5), se passam por ovelhas (Mt 7.15) e enganam os desavisados (Ef 4.14). Mas a Noiva já está pronta! Os salvos, preparados, estão fazendo a última oração da Bíblia: “Ora, vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).
Ciro Sanches Zibordi
Publicado no jornal Mensageiro da Paz, de julho/2012
Redação Gospel+