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Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.Filipenses 4:13

terça-feira, 15 de abril de 2014

Vaticano critica o filme “Noé” afirmando que a produção estrelada por Russel Crowe foi uma “oportunidade perdida”

Vaticano critica o filme “Noé” afirmando que a produção estrelada por Russel Crowe foi uma “oportunidade perdida”
Desde sua estreia o filme Noé, de Darren Aronofsky, estrelado por Russell Crowe, Emma Watson e Jennifer Connely, tem sido alvo de uma série de críticas. Além dos que se manifestaram contra o filme por afirmar se tratar de uma produção ruim, uma multidão se levantou, sobretudo nas redes sociais, para criticar o fato de que o filme não é fiel ao relato bíblico.
Além das críticas dos evangélicos, o filme foi alvo também de uma crítica por parte do Vaticano, que em seu jornal oficial “Avvenire” criticou a produção afirmando ter se tratado de uma “oportunidade perdida” e destacou que o filme mostra um “Noé sem Deus”.
O texto publicado pelo jornal do Vaticano foi assinado pelo crítico Mimmo Muolo, que classificou a produção como “estranha” e “desconcertante”. Além disso, o crítico afirmou que, no filme, a história de Noé foi mostrada “de forma ecológica e vagamente ‘new age’, transformando o conto bíblico em uma chance desperdiçada”.
O filme, que chegou a ser proibido em países como Malásia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein, Kuait e Indonésia, foi também classificado pela publicação do Vaticano como uma mistura do filme “Gladiador”, com as franquias “Harry Potter” e “Senhor dos Anéis”.
De acordo com a Folha de S.Paulo, o ator Russel Crowe, o diretor Darren Aronofsky, o produtor Scott Franklin e o vice-presidente da Paramount, Rob Moore, chegaram a viajar para o Vaticano no início de Março para promover o filme. As informações são de que a comitiva representando o filme tenha tentado promover uma exibição particular como papa Francisco. Porém, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, informou não ter conhecimento do pedido.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Casal cristão é condenado à morte por blasfêmia contra Maomé em mensagens de texto


Casal cristão é condenado à morte por blasfêmia contra Maomé em mensagens de texto
Um casal cristão foi condenado à morte no Paquistão por conta de blasfêmia contra o islamismo. A acusação foi feita a partir de um sms enviado a um imã (líder religioso muçulmano) com teor de injúria ao profeta Maomé.
Shafqat Emmanuel e sua esposa, Shagufta Kausar, foram condenados por um Tribunal no último dia 04 de abril na cidade de Toba Tek Singh. Segundo informações da agência EFE, a defesa do casal irá recorrer da sentença.
A mensagem de texto teria sido enviada em junho de 2013, e a princípio, seria uma conversa entre marido e esposa que terminou flagrada pelas autoridades. A lei do país prevê pena de morte para ofensas contra Maomé, e foi criada na época em que o Paquistão era uma colônia britânica.
No entanto, após as reformas na legislação feitas pelo ditador Mohammed Zia ul Haq, na década de 1980, os extremistas islâmicos passaram a abusar da lei para cometer perseguição religiosa contra cristãos.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Igreja Presbiteriana distribui exemplares da Bíblia para toda a cidade


Igreja Presbiteriana distribui exemplares da Bíblia para toda a cidadeIgreja Presbiteriana distribui exemplares da Bíblia para toda a cidade
A Igreja Presbiteriana do Brasil de Votuporanga tem uma meta a ser cumprida até o final do ano: distribuir exemplares da Bíblia em todas as casas da cidade.
O projeto “Bíblia Sagrada, o melhor presente” tem sido executado pelos fiéis. Acredita-se que até dezembro a igreja tenha distribuído 30 mil exemplares do Livro Sagrado.
“A nossa intenção é presentear toda família votuporanguense com um exemplar, porque acredito que a Palavra de Deus seja um instrumento que pode fazer a diferença em uma residência. O ensino da Bíblia pode mudar vidas”, disse o pastor Paulo Henrique Sales Lima.
No Natal a IPB de Votuporanga distribuiu 4.500 bíblias na cidade e aproveitou a data para distribuir outras 800 na cidade vizinha de Parisi. No último sábado (12) os colaboradores da campanha voltaram a circular por Votuporanga distribuindo outras 3 mil unidades.
Para dar andamento ao projeto os fiéis da Igreja Presbiteriana mapearam a cidade e incluíram até mesmo os comerciantes que foram os primeiros a serem presenteados com a Bíblia.
A Sociedade Bíblica do Brasil vende cada exemplar que é distribuído por R$ 2,50, valor que é arrecadado entre os membros da igreja e outros colaboradores votuporanguenses.
O pastor explica que o objetivo do projeto não é levar o nome da IPB, mas sim mostrar a Palavra de Deus. Tanto que membros de outras denominações também podem ajudar, basta entrar em contato com a igreja que fica na rua Pernambuco, 3488, no Centro de Votuporanga, interior de São Paulo. Com informações do Jornal A Cidade.

"Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome." (Salmo 23.3)
Aquele que compreende a profundidade dessa promessa se torna forte, confiante e destemido. Se o Senhor conduz você por vereda plana e pelos caminhos da justiça por amor do Seu nome, como seria possível algo estar errado em sua vida? Jamais! Todas as angústias, todo o mau humor, toda insatisfação e todas as queixas vêm da incredulidade. Permita-me dizer a você particularmente: o Senhor só é honrado e glorificado se você aceita as Suas promessas como sendo dEle para você bem pessoalmente. Se aqui está escrito: "Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome", isso significa por amor ao nome de Jesus. As promessas da Bíblia são garantidas e certas no precioso nome de Jesus, pois está escrito: "Porque quantas são as promessas de Deus tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus." Essa certeza de ser guiado por vereda plana, por vereda de justiça, consola nosso coração. O mesmo Davi que também tinha essa certeza exclamou: "Percorrerei o caminho dos teus mandamentos, quando me alegrares o coração." É como um abençoado círculo divino, depois de nos aproximarmos dEle fica mais fácil obedecer ao Senhor.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo."(Salmo 23.4)
A palavrinha aparentemente insignificante "porque" nos mostra grandes coisas que não têm palavras que o expressem. Davi canta esse salmo e expressa sua fé claramente no Salmo 23. Ele teria motivos mais que suficientes para naufragar de medo e pavor, pois estava cercado de inimigos, mas ele se agarrou no Senhor:"...porque tu estás comigo." Este "porque" realça e enfatiza a excelsa pessoa de Deus. Quando a pessoa do Senhor tem o espaço maior em sua vida e domina todas as áreas de sua existência, você sempre poderá usar esse vitorioso "porquê". Você tem motivos para ficar apavorado, ter medo e aflição, mas assim mesmo ouse expressar o "porquê": "...não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo." Essa pequena palavrinha também resolve a suprema questão da nossa fraqueza. Você se queixa: "Não tenho forças, gostaria de servir melhor ao Senhor, mas por toda parte só encontro portas fechadas." Tenha confiança, pois o Senhor conhece a sua fraqueza. O salmista testifica: "Ele me abateu a força no caminho." Mas veja a promessa do Senhor: "...eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar." E a justificativa para isso: "...que tens pouca força." Justamente porque você é fraco, Ele é poderoso em você! Justamente porque você não pode resolver as situações, Ele pode fazer tudo por você!

Noé - Oito Sobreviveram!

A despeito da ausência de aparelhagens meteorológicas sofisticadas, o Dilúvio dos tempos de Noé não veio sem aviso. Deus revelou Seu plano de um juízo global catastrófico aproximadamente um milênio antes a Enoque, que deu a seu filho o nome de Metusalém para celebrar a memorável revelação. O nome Metusalém transmite um mau presságio e significa literalmente, “Quando ele morrer, isso será enviado”.[1] Não é por coincidência que Metusalém morreu apenas alguns meses antes do grande Dilúvio e que sua vida seja a mais longa registrada em toda a história.
Desde o tempo da expulsão de Adão e Eva do jardim do Éden até o Dilúvio, houve uma determinação cada vez maior por parte da humanidade em desafiar os preceitos de Deus:
A maldade do homem se havia multiplicado na terra e [...] era continuamente mau todo desígnio do seu coração. [...] Todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra” (Gn 6.5,12).
A humanidade não estava apenas corrompida, mas era cheia de violência; o mundo estava pronto para o juízo (v.11). E, embora Deus tenha suspendido a execução da raça humana por muitos anos, Ele finalmente cumpriu o que havia prometido.
Além da rebelião humana coletiva contra Deus, muitos estudiosos da Bíblia crêem que também houve rebelião dos anjos. Embora haja outras interpretações para Gênesis 6.4, uma visão bastante respeitada é que alguns anjos caídos deixaram sua habitação normal, escolheram viver no âmbito físico e coabitaram com mulheres terrenas [veja também Jd 6-7]. Essas uniões produziram “valentes, varões de renome”, ou descendentes super-humanos que podem ter sido a origem de mitologias e lendas antigas.
Como apenas seres humanos podem ser redimidos, o objetivo provável desses anjos caídos era saturar toda a raça humana com uma linhagem demoníaca, tornando impossível a salvação da humanidade.[2] O plano redentor para a humanidade precisava eliminar um mundo corrompido pelo cruzamento com demônios, pela maldade e violência desenfreadas. Por isso, Deus anunciou: “Resolvi dar cabo de toda carne [...] eis que os farei perecer juntamente com a terra” (Gn 6.13).
Em preparação para o Dilúvio, Deus ordenou que ele construísse uma arca de refúgio (v.14). Assim que foi terminada, a arca era um sinal de juízo iminente, uma vez que Noé continuava pregando para um mundo que não se arrependia.
Deus preveniu a humanidade por meio de uma família de profetas começando com Enoque; depois, o filho de Enoque, Metusalém; o neto, Lameque; e finalmente, o bisneto, Noé. Noé pregou sobre a vinda do julgamento global a uma geração cada vez mais perversa. Em preparação para o Dilúvio, Deus ordenou que ele construísse uma arca de refúgio (v.14). Assim que foi terminada, a arca era um sinal de juízo iminente, uma vez que Noé continuava pregando para um mundo que não se arrependia.
Então, “aos dezessete dias do segundo mês [no ano em que Metusalém morreu],[3]nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram” (Gn 7.11).

Horríveis Geysers de Água e Gás

O juízo profetizado veio com a força de um tsunami. Pesquisadores que estudam catastrófes em placas tectônicas apresentam um modelo de Dilúvio que é nada menos que medonho. Eles sugerem um cenário aterrador, começando com terremotos que agitaram o planeta à medida que as placas pré-diluvinas do fundo oceânico se soltaram e rapidamente afundaram em direção ao centro da Terra. Placas continentais foram velozmente tragadas para dentro dessas “zonas de subdução”, como tapetes gigantes que estavam sendo arrancados de debaixo dos habitantes da Terra.[4]
As pancadas da crosta continental nas placas oceânicas causaram um levantamento do fundo oceânico, deslocando enormes quantidades de água dos mares do mundo para cima de terras secas. Um cientista estima um aumento no nível do mar “de mais de um quilômetro a partir apenas desse mecanismo”.[5]
Materiais derretidos escorrendo através de fissuras que iam avançando vaporizaram os oceanos e aqueceram os reservatórios subterrâneos, criando geysers lineares de água e gases quentes de milhares de quilômetros de extensão. À medida que esses gases e vapores esfriaram, eles condensaram, fornecendo a fonte principal das chuvas torrenciais durante os primeiros 40 dias e noites do grande Dilúvio.[6]
Exclusiva do mundo antediluviano era a abóbada de água-vapor que cobria a Terra e que criou o efeito-estufa que regulava as temperaturas globais. Os eventos destrutivos que se desenrolaram sobre o planeta fizeram desmoronar essa abóbada que os cientistas criacionistas estimam que continha o equivalente a alguns centímetros até 12 metros de água. Em pouco mais de um mês, a água cobriu cada centímetro do globo com 15 côvados (aproximadamente 6,60 metros) acima do ponto mais elevado da terra (Gn 7.20).

Pelo Menos 235 Milhões Morreram

Deus tinha anunciado: “Estou para derramar águas em dilúvio sobre a terra para consumir toda carne em que há fôlego de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra perecerá” (Gn 6.17). A Bíblia registra: “Pereceu toda carne que se movia sobre a terra [...] foram exterminados todos os seres que havia sobre a face da terra” (Gn 7.21,23).
O grande Dilúvio destruiu uma população global estimada em pelo menos 235 milhões de pessoas, de acordo com o Dr. Henry M. Morris. Segundo esse autor, “mais de 3 bilhões de pessoas poderiam facilmente estar na terra nos tempos de Noé”.[7] A não ser por Noé e sua família, toda a humanidade pereceu.
Ainda que o grande Dilúvio seja uma demonstração sem precedentes do juízo de Deus, ele também é um testemunho de Sua graça, disponível para todos que a aceitam.
O Dilúvio foi um julgamento destruidor terrível sem paralelos na história. O fato de que grupos de pessoas de todas as regiões do globo conservem uma “tradição de Dilúvio” não apenas reforça a historicidade, mas também estabelece uma conexão de ancestralidade comum com aqueles que realmente experimentaram o evento.[8] As milhares de histórias folclóricas de um dilúvio global em si já corroboram o relato de Gênesis.
A etimologia do nome de Noé e as palavras associadas com o Dilúvio também apresentam um vínculo intrigante com as oito pessoas que sobreviveram na arca que repousou sobre as montanhas de Ararate. Com os fatos horríveis gravados indelevelmente em suas memórias, essas oito pessoas saíram da arca para repovoar a terra, gravando a experiência de sua sobrevivência nas mentes de seus descendentes.
A rebelião aberta contra Deus acompanhada pela depravação completa do mundo antediluviano precipitaram a subseqüente destruição de quase toda a carne por parte de Deus. Embora Sua promessa de um juízo global não tenha sido cumprida imediatamente, ela finalmente o foi; e apenas oito almas que atenderam a admoestação de Deus sobreviveram.
Ainda que o grande Dilúvio seja uma demonstração sem precedentes do juízo de Deus, ele também é um testemunho de Sua graça, disponível para todos que a aceitam. (Charles E. McCracken - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Pastor é morto com dez tiros na frente dos familiares

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Pastor é morto com dez tiros na frente dos familiares

Segundo a PM os dois filhos mais velhos do religiosos tinham envolvimento com o crime, um deles foi assassinado há quatro meses e o outro ferido

Um pastor pentecostal foi assassinado na última semana ao chegar em sua residência localizada no município de Eldorado dos Carajás, no Pará.
O crime aconteceu na quarta-feira (26) por volta das 22 horas quando Adão Gonçalves, da Igreja Pentecostal Semear do Senhor, se preparava para tomar um banho após ter ministrado o último culto daquele dia.
De acordo com a esposa e o filho de 13 anos que são testemunhas do crime, a casa foi invadida por dois homens que arrobaram a porta da cozinha. O pastor Adão tentou fugir, mas os criminosos atiraram e mesmo depois de vê-lo caído, continuaram atirando.
O pastor morreu com dez tiros e agora a polícia tenta ligar o crime com o assassinato do filho mais velho do casal, que tinha 20 anos, e da tentativa de assassinato do filho do meio, de 18 anos.
Segundo o jornal Diário do Pará, os jovens eram envolvidos com o mundo do crime e sofreram uma emboscada há quatro meses que terminou na morte de um, deixando o outro filho ferido.
O cabo Severo, da Polícia Militar, disse ao jornal que a linha de investigação segue tentando ligar os crimes. Os acusados não estavam com máscaras, então a esposa do pastor e o filho caçula conseguiram ver quem eram os atiradores. Eles são as principais testemunhas para a solução do caso.

"Por isso mesmo convinha que, em todas as cousas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas cousas referentes a Deus, e para fazer propiciação pelos pecados do povo." (Hebreus 2.17)
Essa passagem nos mostra uma segunda conseqüência da morte de Jesus. Ela se refere a Satanás, o grande adversário. Satanás é o inimigo mortal do homem, pois ele seduziu o homem ao pecado. E porque a morte é o salário do pecado, Satanás foi o príncipe e detentor da morte até o Cordeiro morrer. Eu digo expressamente "até" Jesus morrer, pois por meio da Sua morte Ele nos libertou de uma morte tripla.
Em primeiro lugar, Ele nos livrou da terrível morte eterna, pois sem a morte sacrificial de Jesus, depois de nossa morte cairíamos nas mãos de Satanás.
Em segundo lugar, Ele nos libertou do terrível pavor da morte. Durante a vida passamos pelo pavor da morte inúmeras vezes. Mas lemos em Hebreus 2.15: "...e livrasse a todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida."
Em terceiro lugar, Ele nos livrou de ficarmos para sempre sem a reconciliação com Deus. Quando o Cordeiro de Deus morreu, tudo foi colocado novamente nos devidos lugares: de filhos de Satanás, filhos da morte, passamos a ser filhos de Deus.
Demos graças ao Senhor Jesus que nos reconciliou com Deus, nos libertou das garras de Satanás e do poder que ele tinha sobre nós através do pecado.