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Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.Filipenses 4:13

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


A Profecia Maia e o Surgimento de Uma Raça Superior

“Se o que o profeta proclamar em nome do Senhor não acontecer nem se cumprir, essa mensagem não vem do Senhor. Aquele profeta falou com presunção. Não tenham medo dele” (Deuteronômio 18:22 - NVI)
Já sabíamos! Vários filmes, como: O Planeta dos Macacos (1968), O Dia depois de Amanhã(2004), Eu Sou a Lenda (2007), 10.000 a.C. (2008), Presságio (2009), 2012: Fim dos Dias(2008), 2012 (2009), entre outros, trataram desse tema: uma raça superior sobreviverá a uma grande catástrofe.
Com a famosa “profecia maia” às portas, alguns profetas esotéricos estão insistindo nessa mesma tecla. Deixe-me explicar melhor.

Da Atlântida passando pelos egípcios e maias

A lendária ilha de Atlântida, primeiramente descrita pelo filósofo Platão, nunca existiu. No entanto, foi na modernidade que alguns começaram a levar a sério a falácia de Atlântida. Na Antiguidade ninguém considerava tal possibilidade. Para os historiadores renomados, Atlântida continua sendo uma ilusão e anedota.
Porém, de acordo com o esotérico Patrick Geryl, em 21 de fevereiro de 21312 a.C, Atlântida foi destruída parcialmente, e totalmente destruída em 27 de julho de 9792 a.C., quando desapareceu sob as águas.(1)
Ainda segundo Geryl, milhares de pessoas sobreviveram ao cataclismo de Atlântida e estas deram origem à civilização egípcia e, provavelmente, também aos maias. Concluindo, para Geryl os egípcios seriam, com certeza, descendentes da Atlântida e os maias teriam forte possibilidades de sê-lo (2)
Mais: baseados em suas escrituras e códigos secretos, tanto para os maias, quanto para os egípcios, a data do fim desta era, como a conhecemos hoje, será em 21-22 de dezembro de 2012.
O que estaria previsto para acontecer em dezembro de 2012 seria algo semelhante ao que ocorreu com Atlântida. Permita-me continuar citando Patrick Geryl, no seu livro O Código de Órion:
“Segundo os maias, haverá uma mudança nos pólos magnéticos no Sol no ano 2012. Então, do interior do Sol, serão liberadas enormes forças eletromagnéticas com poder desconhecido. Labaredas gigantes enviarão uma descomunal onda de partículas à Terra. [...]
As partículas eletromagnéticas do Sol penetrarão em todos os pontos da Terra, gerando uma intensa radiação, tanto em luminosidade quanto em radioatividade. [...]
Segundo Geryl, milhares de pessoas sobreviveram ao cataclismo de Atlântida e estas deram origem à civilização egípcia e, provavelmente, também aos maias. Foto: ruínas maias em Chichén Itzá, México.
O núcleo de ferro da Terra é magnético e, devido ao deslocamento desse núcleo, a Terra começará a se mover para o outro lado.”(3) [...]
“A Terra começará a girar em sentido contrário e os pólos se inverterão!”(4) [...]
“Em conseqüência, a crosta terrestre exterior se soltará, ou seja, ficará ‘flutuando’, sem estar mais presa a seu ‘padrão’. O planeta se inclinará milhares de quilômetros em poucas horas. [...]
Em resumo, o mais horrível dos pesadelos não se igualará a essa destruição.”(5) [...]
“Quando, depois de horas e horas, a onda carregada de partículas declina, o magnetismo do interior da Terra pode se restabelecer. Contudo, os pólos se moverão também porque o que se encontra mais perto do Sol terá sofrido todo o impacto. A crosta terrestre deixará de flutuar, acompanhada novamente de terremotos apocalípticos, com porções de terra desmoronando, uma atividade tectônica desconhecida e vulcões em erupção. Mas então, como se isso não bastasse, virá uma catástrofe ainda maior: com a inércia, o movimento dos oceanos não se deterá e uma onda gigantesca cobrirá a terra. Segundo a antiga tradição, essa onda chegará a ter um quilômetro e meio de altura”.(6)
Claro, como ocorreu com a suposta Atlântida, uma raça de terráqueos sobreviverá e re-inventará uma nova civilização.

A violenta espiritualidade maia

Bem, os maias, apesar de registrarem no seu calendário de “Conta Longa” o dia 22 de dezembro de 2012 como sua última data, nunca falaram em fim do mundo. Entretanto, podemos inferir que este dia, para eles, poderia ser o final de uma era e o início de outra. O fato é que em matéria de espiritualidade os maias não são exemplos para nós.
a) O panteão dos maias:
Nicholas Saunders é pesquisador sobre as civilizações pré-colombianas e escreveu no seu livro Américas Antigas,:
“O mais importante deus masculino era Itzamná (Casa do Lagarto), representado na arte como um homem velho e descrito como a divindade da escrita e do aprendizado.”(7) [...]
Era um deus de múltiplas formas. “Em seu papel de criador do mundo, Itzamná era chamado de Hunab Ku. [...] Itzamná parece ter sido o deus da realeza maia, especialmente em outra de suas formas, o Kinich Ahau, ou Deus Sol.”(8) [...]
“O consorte de Itzamná era Ix Chel (‘Senhor do Arco-Íris’). Durante o período maia clássico, ela estava associada com a Lua. [...] Nessa época, era representada como uma mulher velha tendo cobras no lugar de cabelos e adepta da feitiçaria.(9) [...]
Desenho de um Jaguar pronto para saborear um coração que acabou de ser arrancado de um tórax humano — em Chichén Itzá, México.
Kinich Ahau, o deus Sol, era ou uma divindade própria ou uma das formas de Itzamná. [...] A paixão maia (e ameríndia) pela transformação é revelada pela mudança de forma de Kinich Ahau em Deus Jaguar.(10) [...]
O importante deus da chuva era conhecido como Chac, e também deve ter sido uma divindade singular ou talvez uma manifestação de Itzamná.”(11) No famoso Cenote Sagrado, um poço natural localizado em Chichen-Itzá, México, foram encontrados inúmeros esqueletos de homens, mulheres e crianças vítimas de sacrifício ao deus da chuva.
Muitas outras divindades fazem parte deste panteão.
b) Inimigos eram sacrificados e o sangue entregue aos deuses:
Até a primeira metade do século XX, acreditava-se que os maias fossem um povo pacífico e não violento com os seus conquistados. Porém, com a revelação de um conjunto de murais coloridos nas ruínas da cidade de Bonampak, no México, este conceito mudou totalmente. Hoje, sabemos que a civilização maia tinha como sua forte identidade e legitimidade o derramamento de sangue, a fúria, a selvageria e um implacável requinte de torturas.
Ainda segundo Saunders:
“Para os maias clássicos, nada era tão poderoso como o sangue humano para unir os humanos ao reino sobrenatural.”(12)
As milícias maias foram ensinadas a capturar guerreiros inimigos da linhagem real. Elas tentavam não matar os capturados para que fossem trazidos presos e sacrificados aos deuses.(13)
“Uma interpretação desse tipo de milícia é que, para os maias, o sangue era a liga que unia o Universo, evitando que suas inúmeras partes caíssem em um caos cósmico político e social. Os deuses desejavam sangue e era dever das dinastias maias fornecê-lo em um grande número de rituais. Mais do que tudo, talvez o poder simbólico do sangue santificasse e legitimasse as complexidades do poder político da civilização maia clássica. Como um líquido sagrado, o sangue de indivíduos de alta classe era derramado em ocasiões especiais – para dedicar um novo templo piramidal, para designar um novo herdeiro e para coroar um novo rei. A imaginação dos maias não conhecia limites quando se tratava de inventar maneiras de humilhar, torturar e finalmente sacrificar as suas vítimas.”(14)
c) Os reis eram sumos sacerdotes e divinos:
O historiador e geógrafo americano, Jared Diamond, relatou no seu livro Colapso:
“Na sociedade maia, o rei também funcionava como sumo sacerdote, com a responsabilidade de ministrar rituais astronômicos e de calendário, e assim trazer chuva e prosperidade. O rei alegava ter o poder sobrenatural de trazer chuva e prosperidade por causa de sua confirmada relação familiar com os deuses. Ou seja, havia um acordo tácito quid pro quo: os camponeses sustentavam o estilo de vida luxuoso do rei e de sua corte, alimentavam-nos com milho e carne de veado e construíam os seus palácios porque o rei lhes havia feito grandes promessas. [...] os reis sempre entravam em conflito com seus camponeses no caso de seca, porque isso era equivalente à quebra de uma promessa real.”(15)

Uma boa justificativa para os que não forem arrebatados

Em que a civilização maia, aterrorizada por demônios, era mais espiritualmente evoluída do que a nossa?
Fico a pensar, em que a civilização maia, aterrorizada por demônios, era mais espiritualmente evoluída do que a nossa? Povo pagão, ensopado no caldeirão das trevas, sem qualquer chance de ser liberto pelo sangue redentor de Jesus Cristo.
Segundo alguns filmes, geralmente após grandes cataclismos, uma nobre geração de pessoas espiritualmente mais evoluídas consegue escapar da hecatombe e reiniciar uma nova civilização. Seria supostamente o surgimento de uma raça elitizada e mais desenvolvida.
Por que esta idéia é tão explorada nos filmes? Pasmem! Os ufólogos da Nova Era pregam que após uma grande catástrofe que sobrevirá à Terra, um povo menos evoluído será abduzido por discos voadores para ser reciclado em outro planeta (provavelmente estão se referindo ao Arrebatamento da Igreja de Cristo), enquanto os que ficarem na terrinha gozarão de uma nova ordem mundial. Sensacional justificativa satânica para o Arrebatamento da Igreja e a Tribulação que se seguirá. Sobre este assunto, confira nosso livro A Agenda Secreta .
Quanto a essa história do calendário maia prever o fim do mundo para dezembro de 2012, não se desesperem, pois vem aí o calendário asteca. De acordo com os cálculos astecas (civilização mesoamericana que surgiu mais de um século após os maias), o mundo terminará em 2027. Acredito que antes de chegarmos nesta última data, assistiremos a mais um filme hollywoodiano, desta vez intitulado “2027” com uma iluminada raça ressurgindo dos escombros.
Estamos de fato nos acostumando com essa idéia de falsas datas para “fins do mundo”. No entanto, não devemos perder de vista aquele momento grandioso do único final (e recomeço) do mundo: “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem” (Mateus 24:27). Maranata! (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Jornalista do SBT Rachel Sheherazade critica pedido para tirar menção a Deus das notas de Real: “Foi falta do que fazer”

Jornalista do SBT Rachel Sheherazade critica pedido para tirar menção a Deus das notas de Real: “Foi falta do que fazer”
O pedido do MPF (Ministério Público Federal) para suprimir da referência a Deus das cédulas do real foi negado recentementepela juíza Diana Brunstein, da 7ª Vara da Justiça Federal em São Paulo.
O caso foi comentado pela jornalista Rachel Sheherazade, do SBT, que classificou os autores do pedido como intolerantes, por “voltarem sua ira contra a minúscula citação ['Deus seja louvado'] nas notas do real”.
Ela comentou a decisão da juíza, que declarou que a menção de Deus nas notas não parece ser um direcionamento do estado na vida do indivíduo que o obrigue a adotar ou não determinada crença. Ela afirmou ainda que o cristianismo inspirou toda nossa cultura, inclusive a Constituição Federal, que seria, segundo ela, o próximo alvo desse tipo de proposta
- É no mínimo uma ingratidão à doutrina que inspirou nossa cultura, nossos valores e até mesmo a nossa própria Constituição, promulgada sob a proteção de Deus – declarou a jornalista, que concluiu afirmando que o pedido foi uma “falta do que fazer”.
Por Dan Martins, para o Gospel+

"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus..." 1 Tessalonicenses 4.16

Este tão grandioso e singular acontecimento na história da salvação e da humanidade, o mistério do arrebatamento, é precedido por acontecimentos que se sucedem em oculto. O arrebatamento espera, por exemplo, pela conversão de uma única pessoa. E a conversão dessa única pessoa, que é acrescentada à Igreja de Jesus como a última, provocará o arrebatamento. Pois nem todos se converterão, mas somente um certo número de pessoas de todas as nações: "...até que haja entrado a plenitude dos gentios." Portanto, no céu é registrado exatamente quem é acrescentado à Igreja, e, como já foi dito acima, quando o último se converter, acontecerá o arrebatamento, o que poderia ocorrer hoje! O arrebatamento é realmente um mistério na história da salvação. No Antigo Testamento, encontramos dois exemplos proféticos do arrebatamento, duas pessoas que não passaram pela morte, mas foram tomadas, arrebatadas para o Senhor: Enoque e Elias. Nenhum desses dois homens morreu. Eles servem como exemplo à Igreja de Jesus. Nós, como membros do corpo de Jesus, ansiosos esperamos não precisar passar pela morte, preferiríamos não ser "despidos", mas "revestidos". Paulo diz: "Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos."

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


Natal Romano

Lendo as palavras “Natal romano”, alguém poderia pensar no Vaticano e nas antigas tradições relacionadas a ele – ou nos romanos da época de Jesus. Mas não é disso que trata este texto. Ele fala sobre descobertas natalinas na Carta de Paulo aos Romanos...
A Epístola aos Romanos apresenta alguns presentes que recebemos quando Jesus Cristo se tornou homem – presentes que despertam em nós muita admiração. Certa vez recebi um cartão de Natal que dizia:
A época do Natal é uma época de presentes. Em todas as lojas é possível comprar os melhores e mais caros presentes para alegrar os outros. Mas o maior e mais singular presente veio do próprio Deus, quando Ele deu a Si mesmo por nós através de Seu Filho Jesus Cristo. Este presente nunca perde seu valor e sua validade...
Especialmente esta última frase emocionou-me. Em Jesus temos algo que não perde valor nem validade, ao contrário das coisas da vida terrena; na verdade, podemos dizer que o melhor ainda está por vir. No que se refere ao céu, ainda vivemos na época pré-natalina.
Certa vez, C.H. Spurgeon relatou a seguinte experiência pessoal:
Há algum tempo uma jovem, que se dizia mórmon, quis falar comigo. Ela disse que tinha vindo para “me converter”. Obviamente tinha me confundido com alguém. Ainda assim escutei seus argumentos, e depois que ela terminou, eu lhe disse: “Bem, agora que você me explicou como é o seu caminho para o céu, deixe-me também descrever-lhe o meu”. Quando comecei a minha exposição, ela ficou espantada. “O senhor acredita, então, que todos os seus pecados foram perdoados?”. “Mas claro, tenho certeza disto”. “Mas”, continuou ela, “o senhor também acredita que não pode mais se perder novamente?” “Claro que acredito nisto”. “E por isto o senhor tem certeza de que um dia estará diante do trono de Deus – apesar de tudo que ainda pode acontecer? O senhor deve ser um homem feliz”. “Sou mesmo”, respondi, “sou um homem verdadeiramente feliz”. “Bem, então não posso fazer nada pelo senhor. O senhor já tem muito mais do que aquilo que eu posso lhe oferecer”. Com certeza, em Cristo temos algo que ninguém mais pode nos oferecer!

1. Misericórdia em abundância e justiça no mesmo pacote

Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo” (Rm 5.17).
Reinarão em vida por um só, Jesus Cristo” significa que só conseguimos assumir controle da nossa vida por meio de Jesus, e não por força e esforços próprios. Às vezes uma caixa de presente contém dois objetos que combinam. É isto que acontece aqui: (1) a graça abundante e (2) a justiça.
Em Jesus Cristo temos abundância de graça, ou seja, recebemos graça transbordante. Cada um de nós pode viver na plenitude da graça de Deus, e Ele sempre concede medidas abundantes.
• A abundância da graça: quando algo contém coisas boas, isto é agradável; quando está repleto de coisas boas, é melhor; e quando está repleto a ponto de transbordar, isso é insuperável. Em Jesus Cristo temos abundância de graça, ou seja, recebemos graça transbordante. Cada um de nós pode viver na plenitude da graça de Deus, e Ele sempre concede medidas abundantes. O que diz o salmista? “O meu cálice transborda” (Sl 23.5).
• A justiça. Que tal um vestido ou um terno novo no Natal? E se for de um tecido incomparável, que não existe neste mundo; um tecido que supera qualquer criação de estilistas como Lagerfeld, Hugo Boss ou Armani? Estou falando do manto de justiça feito com o tecido da abundante graça de Deus, cujo estilista é o Criador em pessoa e cujo material é a obra de redenção de Jesus.
A abundância da graça inclui a justiça completa que Deus nos dá, pois, do contrário, graça não seria graça. Não há pecado que Deus não possa nos perdoar em Jesus Cristo. Deus nos dá roupas totalmente novas, envolvendo-nos na veste da justiça do Salvador.
Certa vez recebi a ligação de uma senhora idosa que havia cometido um grande erro em sua juventude. Apesar de já ser filha de Deus há muito tempo, freqüentemente ela era assaltada pelo medo de que este pecado em especial não teria sido perdoado. Mas quem recebeu a justiça de Jesus também recebeu uma vestimenta total e completamente nova. Paulo testifica: “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo” (Gl 3.27). Na época do apóstolo, o batismo era equiparado à conversão, pois a pessoa era batizada imediatamente após se converter (At 2.38,41; At 8.12,36-38; At 9.18; At 10.47-48).
O que diz o versículo? “Os que receberam a abundância da graça e do dom da justiça” (ou “que receberam graça abundante e o dom da justiça”). A abundância da graça só pode ser recebida como presente, pois é o presente de Natal que Deus deseja dar a todas as pessoas; a salvação em Jesus Cristo é para todos. Mas só aqueles que a aceitam são presenteados.
Portanto, assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação e vida” (Rm 5.18). Se o pecado de Adão foi suficiente para que todas as pessoas fossem alcançadas e condenadas por meio dele, da mesma forma o presente da justiça também vale para todos e não apenas para uns poucos escolhidos. É impossível que o primeiro valha para todos e o segundo valha apenas para alguns. Mas no fim só serão justificados aqueles que aceitarem o presente de Jesus Cristo. Quero dar um exemplo:
Um fabricante de sabonetes conversava com um pastor. O fabricante começou a criticar o cristianismo: “Com todo respeito pelo seu empenho, mas sejamos sinceros: o que a Igreja conseguiu fazer nos 2000 anos de sua história? O mundo não melhorou nem um pouquinho por causa da fé cristã. O mal continua dominando e há pessoas más por toda parte”. O pastor limitou-se a indicar um menininho à beira da estrada: “O senhor está vendo esse menino todo sujo? Há décadas que sua empresa fabrica sabonetes, mas ainda existem sujeira e crianças sujas neste mundo”. O fabricante riu: “Bem, sabonetes só fazem diferença quando usados!” Ao que o pastor respondeu: “Exatamente – a fé também!”.

2. Certificado de indulto

Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto que se achava fraca pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado, e por causa do pecado, na carne condenou o pecado” (Rm 8.1-3).
Deus nos dá um certificado de indulto! A carne não consegue cumprir a lei. A fraqueza da nossa vida e do nosso corpo nos torna incapazes de viver de forma a nos tornarmos justos diante de Deus. Somos, por natureza, condenados à perdição e caminhamos em direção a ela.
Todo indivíduo possui o medo inato de um dia estar diante de Deus para ser condenado. Por isso, uns tentam eliminá-lO, outros tentam apagá-lO de seus pensamentos, esquecê-lO para não lembrar dEle – algo que ninguém até hoje conseguiu e que ninguém nunca conseguirá fazer.
Há um caminho melhor: podemos receber agora a absolvição e a garantia de que não precisaremos comparecer diante do trono de juízo de Deus. Nosso Advogado, o Senhor Jesus Cristo, providenciou isto. Ele penetra na sua prisão e lhe entrega o certificado do indulto completo.
Nosso corpo nos leva ao fracasso pela transgressão da lei de Deus, mas a transgressão fracassou no corpo de Jesus Cristo (Rm 6.6; 1 Pe 2.24)! Como o pecado foi condenado em Seu corpo santo e justo, o pecador crente em Jesus Cristo não está mais condenado e perdido.

3. O presente da adoção

É maravilhoso não ter mais de encarar a Deus como juiz; recebê-lO ou tê-lO como Pai é insuperável.
Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai! O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus; e, se filhos, também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados” (Rm 8.15-17).
É maravilhoso não ter mais de encarar a Deus como juiz; recebê-lO ou tê-lO como Pai é insuperável. Lemos freqüentemente a respeito de celebridades que adotam crianças do Terceiro Mundo. Muitos o fazem por amor ao próximo, por terem os meios financeiros, mas certamente há entre eles também os que querem apenas se manter no noticiário e melhorar a sua imagem. Deus o faz porque realmente ama você!
É quase incompreensível, mas verdadeiro: como filhos e herdeiros de Deus, os pecadores salvos estão mais próximos de Deus do que os próprios anjos. Na verdade, os anjos anseiam por contemplar a salvação, o Evangelho da redenção dos filhos de Deus (1 Pe 1.12). Os anjos são espíritos ministradores a serviço dos filhos de Deus (Hb 1.14).

4. O presente da glória

Pois tenho para mim (‘Pois julgo’; ‘Calculo’; ‘Considero’; ‘Concluo’) que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm 8.18).
Outras traduções dizem:
• “...que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Almeida Fiel).
• “...que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (NVI).
Essa descrição fala de condições momentâneas, como sofrimento, doença, perda ou preocupação.
O filho de Deus pode estar cercado de trevas, mas mesmo nestas trevas brilha para ele a clara luz da eternidade.
O Salmo 112.4 diz: “Ao justo, nasce luz nas trevas; ele é benigno, misericordioso e justo”. Ou, como lemos na NVI: “A luz raia nas trevas para o íntegro, para quem é misericordioso, compassivo e justo”. Esta é a grande diferença. O filho de Deus pode estar cercado de trevas, mas mesmo nestas trevas brilha para ele a clara luz da eternidade. A pessoa que não é filha de Deus também está em trevas, sem que possa ver esta maravilhosa luz.
Como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente” (1 Co 2.9-12). Deus preparou uma glória para os Seus que está oculta às pessoas da atual época. Ela só é dada a quem recebeu o Seu Espírito.
Assim como o espírito de uma pessoa lhe mostra apenas seus próprios pensamentos, sentimentos e desejos e não os de outra pessoa, alguém só poderia conhecer os pensamentos de um terceiro se tivesse o seu espírito. Portanto, apenas o Espírito de Deus conhece os propósitos de Deus na salvação. Mas como Deus dá Seu Espírito aos que crêem em Jesus, estes também conseguem reconhecer o que Deus lhes deu. Tornam-se participantes dos pensamentos de Deus. O espírito deste mundo nunca conseguirá compreender isto.
Precisamos treinar esta visão da glória. Quanto mais nos apropriarmos dela, menos seremos abatidos pelo que nos cerca. “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas” (2 Co 4.16-18).
Outras traduções dizem: “Por isso, não desfalecemos”, “Por isso, não desmaiamos”, “Por isso não cansamos”, “Por isso não perco o ânimo”. A força para viver que temos por natureza se desgasta; mas a vida que Deus nos dá se renova a cada dia!

5. Presentes adicionais

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (ou “colaboram, contribuem, Deus une tudo para nosso bem, servem”), daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28).
Muitas vezes os presentes em si são acompanhados de brindes adicionais, como doces, por exemplo. Normalmente damos menos atenção a estes do que ao presente propriamente dito. Além do grande objetivo da salvação no céu ainda há os “brindes” da redenção, ou seja, inúmeras coisas que desde já cooperam para o nosso bem. Um dia ficaremos espantados com a quantidade de coisas que contribuíram para o nosso bem sem que as tenhamos percebido, observado ou das quais até mesmo nos queixamos.

6. O ilimitado “presente completo”

Um dia ficaremos espantados com a quantidade de coisas que contribuíram para o nosso bem sem que as tenhamos percebido, observado ou das quais até mesmo nos queixamos.
Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.31-32).
Quem poderia nos dar simplesmente tudo? Ninguém! Há pessoas que podem dar muitas coisas, muitos presentes – Herodes estava disposto a dar metade do seu reino – mas ninguém pode dar tudo porque ninguém possui tudo. Só Deus, a quem tudo pertence, também pode dar tudo de presente – e é isso que Ele faz. Ele tem poder para dar tudo a cada um de Seus filhos, sem que isso O torne mais pobre. Paulo escreveu aos coríntios: “Seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, sejam as coisas presentes, sejam as futuras, tudo é vosso, e vós, de Cristo, e Cristo, de Deus” (1 Co 3.22-23). Certa vez conversei com um homem que conseguia compreender isto e alegrar-se com todos estes presentes: a beleza das montanhas, a decoração de uma mesa ou a arquitetura de um edifício, etc. O testemunho dele me deixou maravilhado.
William MacDonald escreveu:
Agora que Deus já nos deu o maior de todos os presentes, Ele por acaso reteria algum dos presentes menores? Se o preço maior já foi pago, terá Ele receio de pagar preços menores? Tendo Ele se esforçado tanto para nos salvar, será que Ele nos largará novamente? “Não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?”.
Mackintosh disse:
A linguagem da descrença fala: “Como Ele poderá?” A linguagem da fé diz: “Como Ele não poderá?”.
Permita que Deus o presenteie: o Natal está por toda parte! (Norbert Lieth -http://www.chamada.com.br)

"A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." 1 Coríntios 15.52

Quando Paulo escreve aos tessalonicenses sobre o arrebatamento, ele mesmo se interrompe, embora estivesse sendo inspirado pelo Espírito Santo, a fim de salientar que eram palavras do Senhor: "Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor..." Em seu discurso profético em Mateus 24, o próprio Senhor Jesus menciona 24 acontecimentos como sinais da Sua vinda, por exemplo, guerras, rumores de guerras, etc, sinais esses que são destinados ao povo de Israel. Mas para a Igreja de Jesus só existe um grande sinal pelo qual ela pode reconhecer que o arrebatamento está às portas. E este sinal é Israel! Por isso os conflitos cada vez maiores com Israel são um sinal do breve arrebatamento da Igreja de Jesus. Paralelamente a isso também aumentam as tribulações dos filhos de Deus, nas quais todos nós deveríamos nos tornar cada vez mais perseverantes na fé. Na prática, somos forçados a constatar que, nos últimos tempos, experimentamos um aumento das tentações e tribulações, com situações que há dez anos nem imaginávamos. São tentações que muitas vezes não podemos definir. Elas trarão o juízo sobre o mundo, mas se formos perseverantes e nos afirmarmos nas promessas do Senhor, estaremos sendo preparados para o arrebatamento!

sábado, 1 de dezembro de 2012

[Testemunho] Ex-viciado em drogas, vereador evangélico revela como se recuperou: “Deus te dá força”

[Testemunho] Ex-viciado em drogas, vereador evangélico revela como se recuperou: “Deus te dá força”
Antes usuário de drogas, agora, evangélico e recuperado para a sociedade. O vereador eleito para a Câmara de Montes Claros, MG, Waldiney da Silva (PHS) testemunhou sobre a virada em sua vida e falou sobre os planos de ajudar dependentes químicos.
O “Irmão Waldiney”, como é conhecido nas ruas da cidade, começou a usar drogas aos 15 anos, foi internado em quatro centros de recuperação diferentes e viveu na rua por um mês: “Eu não me amava. Esqueci do mundo e de mim”, afirmou o vereador eleito, em entrevista ao G1.
Durante dez anos foi usuário de drogas e chegou a ter uma parada cardiíaca: “Foi quando tudo começou na minha vida. Eu falei com Deus que eu iria mudar”, conta, lembrando que a última vez que se drogou foi em 2004, quando começou a frequentar uma igreja evangélica.
Os motivos para a imersão no mundo das drogas não eram falta de apoio ou condições sociais: “Troquei a minha família e meus sonhos sonhos pela droga. Fui morar nas ruas, não por falta de casa ou comida, mas porque eu não não gostava de mim”, revela, antes de ressaltar o apoio recebido de seu pai: “Ele falava comigo: ‘Deus vai te dar força, você vai sair dessa’. Ele me ajudou muito”.
Agora, recuperado e com um mandato de quatro anos pela frente, “Irmão Waldiney” pretende usar o cargo para ajudar pessoas que estão nas condições pelas quais ele passou: “Tem muita gente precisando de oportunidade para mudar de vida”.
A candidatura à vereador começou a nascer quando foi trabalhar como propagandista volante, tornando-se conhecido nas ruas da cidade. O presidente do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) fez o convite e Waldiney topou, segundo ele, pela vontade de ajudar os demais e continuar provando que a recuperação é possível.
-Tem muita gente precisando de oportunidade para mudar de vida. Qualquer ser humano pode dar a volta por cima – frisa o ex-dependente químico eleito vereador.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Estudo de emissora cristã convida ateus a orarem por 40 dias e revelarem resultados

Estudo de emissora cristã convida ateus a orarem por 40 dias e revelarem resultados
Um apresentador de rádio de uma emissora cristã inglesa fez um desafio a ateus para que esses orassem por 40 dias e compartilhassem suas experiências ao final do período.
A proposta de Justin Brierley, da rádio Premier, se baseou no estudo “Praying to stop being an Atheist” (em tradução livre, “Orando para deixar de ser um ateu”), desenvolvido pelo filósofo Tim Mawson, da Universidade de Oxford.
O convite de Brierley durante o programa Unbelievable? (Inacreditável?) foi direcionado a 71 ateus ou agnósticos, que deveriam participar do desafio chamado “Atheist Prayer Experiment” (Experiência de Oração com Ateus, em tradução livre) durante o período estipulado.
As regras, segundo o blog O Contorno da Sombra, eram orar por alguns minutos durante o período, pedindo que Deus se revelasse a eles. Entre os que toparam o desafio, seis pessoas disseram que seus resultados não deveriam ser contabilizados, pois elas haviam falhado com o projeto; catorze não responderam; um se manifestou “indeciso”, afirmando estar “procurando ter fé”; e dois disseram ter terminado crendo em Deus.
Os demais, que se somam quarenta e oito, afirmaram que Deus não se revelou a eles. Entre esses, alguns disseram que não oraram todos os dias e outros só o fizeram no início do desafio.
Entre os participantes, dois casos específicos chamaram a atenção: um dos participantes perdeu o pai dois dias após se inscrever no projeto e o outro, escapou por pouco de um acidente automobilístico, mas viu uma mulher que estava próxima ser atropelada pelo carro que havia ultrapassado o semáforo.
Este último afirmou que ficou indignado com a frieza das pessoas, pois somente ele e uma enfermeira que passava pelo local se importaram em ajudar. Como forma de mudar a situação, ele chegou em casa e fez uma oração pedindo que Deus cuidasse da vítima e perdoasse os omissos, pois eles não sabiam o que estavam fazendo.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

"Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam." 1 Coríntios 2.9

A Igreja de Jesus é apresentada nas Escrituras como tendo uma porção dobrada de glória, ou seja, como corpo de Cristo e como templo de Deus. A verdadeira glória do membro da Igreja de Jesus é tão grande, tão imensa, que só podemos imaginá-la por meio de uma representação figurada, por exemplo, quando o Senhor diz que somos Seu corpo, Seu templo. A glória em si é algo que não se consegue descrever. No Novo Testamento há sete parábolas do Senhor sobre Suas bodas – elas tratam de Seu casamento com a noiva. Mas em nenhuma delas a noiva é mencionada; ela nem aparece. Ela ainda está oculta. Por quê? Porque a noiva do Cordeiro somente será revelada no arrebatamento de toda a Igreja de Jesus, diante do Tribunal de Cristo. Esse grande momento decide quem de fato pertence à noiva do Cordeiro e quem não pertence. Não é por acaso que a noiva só é mencionada no último livro da Bíblia: a "...esposa a si mesma já se ataviou." Como deveríamos nos esforçar mais ao nos dar conta da grandiosidade dessa glória!