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Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.Filipenses 4:13

segunda-feira, 8 de junho de 2015

quero deixar aqui o meu sentimento de repudio a tal manifestação, e  do desrespeito as crenças religiosas, e profanações que em publico fora feito.
Senador, deputados peço que vossas excelências entre com pedido de denúncia ao MP. Este ato é previsto no código penal brasileiro. Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Escócia proibe o ensino do criacionismo

Enviado por folhagospel90 lei
O criacionismo está proibido de ser ensinado em escolas dentro da disciplina de Ciências, como era comum na Escócia.

A decisão é considerada uma vitória da Scottish Secular Society (SSS), que há anos luta pela mudança.

“Finalmente conseguimos chegar ao ponto de o ministro responsável declarar que o criacionismo não deve e não pode ser ensinado como uma ciência”, afirmou Paul Braterman, conselheiro científico do SSS. A instituição garante que não tem nada contra o fato de o criacionismo ser citado ou ensinado, mas sempre distante da ciência — para isso, diz ela, existem aulas de religião.

Com a decisão tomada, a Escócia agora se iguala aos seus vizinhos Inglaterra e País de Gales, que também proíbem o fato de o criacionismo ser ensinado como ciência. De acordo com o governo escocês, por meio de seu porta-voz, a intenção é que os alunos sejam expostos a “questões complexas e desafiadoras que possam desenvolver seus sensos críticos”.

Fonte: Yahoo

Marcha para Jesus atrai 500 mil pessoas no Rio de Janeiro

Neste sábado (30) Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro (Comerj) realizou a Marcha para Jesus 2015 do Rio de Janeiro.

O evento atraiu cerca de 500 mil pessoas segundo os organizadores, evangélicos de diversas denominações e de várias cidades do Estado.

A caminhada saiu da Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio de Janeiro e oito trios elétricos acompanharam a multidão de fiéis até a Praça da Apoteose. Durante o trajeto os cristãos também se manifestaram politicamente e levantaram bandeiras contra a corrupção e em prol da família tradicional.

Open in new window“A corrupção é um mal. Qualquer pessoa, qualquer cidadão está indignado com o que acontece, com tanta roubalheira. Se queremos um Brasil melhor, de oportunidades, de bem-estar, temos que acabar com esse câncer”, disse o pastor Silas Malafaia, presidente da Comerj.

Entre as personalidades que compareceram na Marcha estavam o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ).

Cunha não subiu nos trios elétricos, mas fez um discurso no palco principal convocando os evangélicos a manifestar suas posições. Já o senador Magno Malta defendeu alguns de seus projetos como a não descriminalização das drogas, a prisão perpétua e a redução da maioridade penal.

“O projeto do Novo Código Penal é horroroso, é pior do que o atual. Queremos fazer um plebiscito para decidir sobre prisão perpétua para os crimes de corrupção, tráfico de drogas e pedofilia”, disse o senador.

No palco principal ainda se apresentaram grandes nomes da música gospel como Thalles Roberto, Flordelis, Nani Azevedo, Jozyane, Fernandinho, Eli Soares, Leonardo Gonçalves, Renascer Praise, André Valadão, Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, Nova Jerusalém, Mariana Valadão, Geraldo Guimarães, Danielle Cristina, Gabriel, Sarando a Terra Ferida, Kleber Lucas, Léa Mendonça e outros.

Fonte: Gospel Prime

Tão perto e, ainda assim, tão longe

Marshall Wicks
Como professor de Bíblia e teologia a serviço de uma organização evangelística, tive a oportunidade de ouvir muitos testemunhos pessoais. Durante esses 26 anos de trabalho no Instituto Bíblico Palavra da Vida nos EUA, impressionou-me a quantidade de alunos que, apesar de terem nascido num contexto familiar de crentes em Cristo, só vieram a crer em Jesus bem mais tarde em sua vida. O assunto ressoa mais forte aos meus ouvidos, porque essa também foi a minha história. Eu nasci em Halifax, Nova Escócia, numa família de crentes consagrados a Cristo. Porém, à semelhança dos antigos israelitas, eu lutava com o problema da incredulidade.
Não consigo me lembrar de uma única vez em que eu, meus irmãos e minha irmã não estivéssemos vestidos, penteados e prontos para nossa caminhada dominical rumo à igreja, a fim de participar de um dos cultos. E lá íamos nós para a igreja. Além disso, o papai, não satisfeito de participar de todos os cultos de nossa igreja, sempre que havia algum culto especial em outra igreja levava a família toda.
Ficamos sem carro durante muitos anos e para mim era uma tortura perder a melhor parte dos meus domingos numa caminhada de 20 ou 30 minutos para a igreja. Finalmente, quando conseguimos um carro, a minha alegria durou pouco. Meu pai começou um ministério de transporte com ônibus, numa época em que isso ainda não era comum nas igrejas. Nós passávamos de ônibus para pegar as pessoas em nosso trajeto para a igreja e, em seguida, o papai ainda fazia algumas viagens adicionais para transportar mais famílias para o culto. Com isso, tínhamos que sair de casa mais cedo do que antes, quando íamos a pé.
Mesmo conhecendo o Evangelho, algumas pessoas escolhem outros caminhos, como o álcool, que destroem famílias e despedaçam vidas.
Seria ótimo se eu pudesse justificar a minha rejeição do Evangelho, alegando que nunca me fora pregado, mas esse não era o caso. Culto após culto, eu pude ouvir as verdades simples do plano da salvação: a de que eu era um pecador perdido e que Jesus é Deus, o qual vindo ao mundo, levou sobre Si os meus pecados e recebeu o castigo em meu lugar a fim de me libertar da condenação e perdição eterna.
No começo, eu ia à frente, na hora do apelo do pregador, para aceitar Jesus como meu Salvador, pelo menos uma vez por mês. Mas parece que nunca isso, de fato, acontecia. Eu era tão velhaco que tinha plena consciência de que meu relacionamento com Deus era péssimo. Parece que nunca me convertia; na verdade, eu nunca tinha nascido de novo em Cristo.
Como muitos dos testemunhos que ouvi, eu simplesmente me tornei cada vez mais frio em relação ao Senhor. Passei a odiar a Fé Cristã e tudo o que ela significa. Quanto mais eu tentava ser bom e agradar a Deus, mais eu falhava. A incumbência dava a aparência de ser pesada demais e os benefícios pareciam mínimos, se é que existiam.
Quando cheguei à adolescência, minha vida entrou “em parafuso” e virou um caos. Saí de casa; me envolvi com o mundo das drogas; e não demorou muito para que eu ficasse desempregado, sem teto, perambulando pelas ruas de Toronto.

Uma Escolha Quase Fatal

Ainda fico intrigado com o fato de que uma pessoa pode ser criada com todas as oportunidades que eu tive e, mesmo assim, rejeitar o Evangelho. Como é que eu não entendi isso antes? Eu vi o que o álcool fizera com outras famílias. Tive contato com lares destruídos e vidas despedaçadas. Eu fui testemunha da maneira pela qual Cristo fizera a diferença em nosso próprio lar; no entanto, misteriosamente nada disso me tocava.
O apóstolo Paulo, de igual modo, estava pasmado com a atitude de Israel:
“Porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne. São israelitas. Pertence-lhes a adoção e também a glória, as alianças, a legislação, o culto e as promessas; deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!” (Rm 9.3-5).

O Fator Fé

No Novo Testamento o meio de salvação é o mesmo identificado no Antigo Testamento: Fé.Ao escrever no Novo Testamento, o apóstolo Paulo demonstra sua convicção de que o propósito da mensagem central do Pentateuco era o de distinguir entre uma salvação centrada no homem e uma salvação centrada em Deus.
A incredulidade é um senhor cruel. Ela não promete nada, muito menos liberta; exige o pagamento de tudo, mas nunca entrega o que foi comprado.
A cidade de Jerusalém está edificada sobre uma montanha de dois cumes: um dos cumes é o monte Sião e o outro é o monte Moriá. Em 2 Crônicas 3.1 temos a seguinte informação: “Começou Salomão a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá”. Esse é o monte onde as Escrituras dizem que Abraão finalmente entendeu e temeu ao Senhor: “Então, lhe disse: Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho” (Gn 22.12).
Moriá foi o lugar da maior prova e da maior vitória de Abraão pela fé. Abraão, em sua disposição de sacrificar seu filho Isaque, colocava a promessa de Israel sobre o altar. Portanto, Moriá simboliza a fé e, por razões óbvias, passou a ser o local do estabelecimento do templo, a saber, o centro espiritual de todo o povo de Israel e o lugar onde Israel adoraria o seu Deus.
Entretanto, ao fazer suas declarações mais categóricas sobre o papel da fé na salvação, o apóstolo Paulo recorre ao livro de Deuteronômio. Em Romanos 10.6-8, Paulo fez citações de Deuteronômio 30:
“Mas a justiça decorrente da fé assim diz: Não perguntes em teu coração: Quem subirá ao céu?, isto é, para trazer do alto a Cristo; ou: Quem descerá ao abismo?, isto é, para levantar Cristo dentre os mortos. Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos”.
Existe um caminho melhor; um caminho tão próximo quanto o coração e os lábios, e que não requer pagamento humano de nenhuma espécie; um caminho que Abraão trilhou, Moisés ordenou e Paulo pregou: a obediência decorrente da fé.
O texto de Deuteronômio 30 foi escrito para fazer um contraste com o capítulo 29 que começa com uma assustadora declaração ao Israel descrente: “Porém o Senhor não vos deu coração para entender, nem olhos para ver, nem ouvidos para ouvir, até ao dia de hoje. Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália” (Dt 29.4-5).
Na seqüência, o capítulo 29 prediz os futuros fracassos de Israel e seus decorrentes castigos. Contudo, Deuteronômio 30 apresenta uma mensagem absolutamente diferente, uma mensagem de esperança e fé:
“Porque este mandamento que, hoje, te ordeno não é demasiado difícil, nem está longe de ti. Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Nem está além do mar, para dizeres: Quem passará por nós além do mar que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Pois esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires” (Dt 30.11-14).
O mandamento ao qual Moisés se referiu nesse texto não era a Lei recebida no monte Sinai. Os israelitas nunca conseguiriam cumprir essa Lei. Moisés lhes falara acerca disso em boa parte do capítulo 29. Esse mandamento ordena que a pessoa creia, um mandamento personificado pelo exemplo de Abraão no monte Moriá.
A incredulidade é um senhor cruel. Ela não promete nada, muito menos liberta; exige o pagamento de tudo, mas nunca entrega o que foi comprado.
Contudo, existe um caminho melhor; um caminho tão próximo quanto o coração e os lábios, e que não requer pagamento humano de nenhuma espécie; um caminho que Abraão trilhou, Moisés ordenou e Paulo pregou: a obediência decorrente da fé.

O Dia em Que “Funcionou”

“E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt 18.3).
Eu não posso afirmar o que havia de diferente naquele dia chuvoso e frio de novembro de 1969. Eu ainda me drogava e continuava tão rebelde e rancoroso como sempre fora. Meu pai viera de Halifax à minha procura e nós estávamos dentro do carro, estacionado numa rua mais tranqüila.
Aparentemente nada tinha mudado. Porém, naquele dia o meu coração estava diferente. Quando meu pai me perguntou se eu queria receber a Cristo em minha vida, meu coração e lábios disseram: “sim”. Eu não hesitei, nem titubeei em tomar a decisão. Parecia óbvio. Foi naquele dia que me tornei crente em Jesus Cristo.
Acho que eu sempre conhecera o Evangelho e talvez sempre o aceitara de uma forma intelectual. Todavia, como no caso dos filhos de Israel que comeram o maná providenciado por Deus e caminharam sobre sandálias que não se desgastaram no deserto (veja Dt 29.5), o Evangelho nunca fizera diferença em minha vida.
Naquele dia, ao lado de meu pai, eu estava pronto a concordar com Deus sobre a minha condição e sobre a provisão que Ele fizera para mim. Trata-se daquela fé semelhante à de uma criança da qual Jesus fez menção ao dizer: “E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt 18.3).
Para nós a salvação saiu de graça, mas para o Messias o custo foi incalculável. Além disso, a salvação nunca está distante e inacessível; sempre está disponível a todo aquele que, neste exato momento, se disponha a crer. Entre qualquer um de nós e a salvação eterna não existe nenhum impedimento que se interponha, exceto um coração descrente. (Marshall Wicks -Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)
"...Enviou-me... para pregar boas-novas aos... quebrantados de coração... a consolar todos os que choram." Isaías 61.1-2
Este "consolar todos os que choram" é o alvo final de Jesus. Vou tentar ilustrar a qualidade da consolação que somente Jesus pode dar. Suponhamos que você perca a pessoa que lhe é mais querida neste mundo. E agora pergunto aos enlutados entre os meus leitores: o que a consolação dos seus amigos, vizinhos e parentes lhes trouxe de fato? Sejamos realistas: nem coroas de flores nem buquês podem impedir a realidade da morte. Elas não podem anular a última despedida. As condolências mais calorosas e mais íntimas não podem afastar de você o doloroso vazio e a solidão que você sente com a perda da pessoa amada. Mesmo tendo muitas pessoas compartilhando do seu sofrimento, talvez você já tenha pensado como Jó: "Como, pois, me consolais em vão?"
Mas, neste ponto, vem Jesus Cristo, que nos diz – diante da crueldade da morte: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá." Enquanto Ele consola, Ele age poderosa e soberanamente. Ele é a ressurreição e a vida em pessoa, e por isso a morte não pode subsistir diante dEle.